O Brasil reconheceu mais de 26 mil pessoas como refugiadas em 2020, a maioria venezuelanos e sírios. No mesmo período, foram gerados 23.945 postos com carteira assinada para pessoas que chegam fugidas ou expulsas de outros países. Os dados fazem parte da sexta edição do relatórios Refúgio em Números, uma parceria entre o Ministério da Justiça e Justiça e Segurança Pública e o Observatório das Migrações Internacionais.
Em relação às vagas de trabalho formais criadas para refugiados, São Paulo e os Estados do Sul se destacam:
Santa Catarina (10,3 mil)
São Paulo (8,3 mil)
Paraná (5,7 mil)
Rio Grande do Sul (4,6 mil)