
A cara das universidades federais mudou nos últimos 20 anos. Com a criação de políticas públicas que ampliaram a presença de pessoas de baixa renda, de pretos, pardos e indígenas e de moradores de outros Estados e países, as instituições ganharam diversidade, mas, com ela, também novos desafios. Estudantes relatam dificuldades financeiras, como pagar moradia e transporte, e emocionais, como saudade de casa e falta de pertencimento àquele espaço.
No início de 2024, Gabriel Cledson da Silva estava empolgado: depois de seis anos estudando, havia conseguido uma vaga em Medicina, e na prestigiada Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Potiguar, o jovem não titubeou e fez uma vaquinha para custear as viagens que precisaria fazer entre a capital do Rio Grande do Norte, Natal, e a do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. Os empecilhos ao aterrissar em solo gaúcho, porém, foram maiores do que imaginava. Após um semestre, acabou voltando para casa.
— Quando você passa (no vestibular), tem uma visão bem diferente da real sobre como as coisas vão ser. O que me fez desistir não foi a faculdade, que é maravilhosa e me recebeu muito bem, mas é muito diferente você morar em Porto Alegre, chegar em casa depois de um dia intenso de aulas e não ter o apoio familiar. Eu e muitos colegas tínhamos que chegar, fazer comida, lavar roupa. A qualidade de vida muda muito — reconhece o jovem de 28 anos.
Além do choque de realidade de ter que lidar com contas e atividades domésticas, a exigência do curso de Medicina dificultou a adaptação de Gabriel. Ele conta que havia dias em que tinha aula das 7h30min às 18h30min e, à noite, ainda precisava estudar em casa, para acompanhar o ritmo cobrado por alguns professores.
No último mês em Porto Alegre, o universitário conseguiu uma vaga na Casa do Estudante da UFRGS, o que facilitou muito a vida dele, que pagava o aluguel de um apartamento junto com outras três pessoas e ainda precisava pagar pelas refeições nos finais de semana. Mesmo assim, a saudade de casa e a falta de perspectiva de ter dinheiro para visitar a família com frequência o desestimularam.
Sentia que estava na UFRGS de corpo, mas de alma e espírito, não. Isso se refletia nas minhas notas, que não eram tão boas quanto eu gostaria.
GABRIEL CLEDSON
Estudante de Medicina
Quando voltou para Natal em janeiro, de férias, Gabriel descobriu que uma faculdade privada da sua cidade havia disponibilizado matrículas em Medicina por meio do Programa Universidade para Todos (Prouni). Resolveu tentar, meio de supetão, e passou. Assim, abandonou o curso na UFRGS e voltou para o Rio Grande do Norte.

— Foi muito difícil de tomar essa decisão, mas eu não estava conseguindo viver aquele momento: sentia que estava na UFRGS de corpo, mas de alma e espírito, não. Isso se refletia nas minhas notas, que não eram tão boas quanto eu gostaria. Aqui em Natal, voltei a sentir vontade de estudar em casa — comenta Gabriel.
Apesar de ter feito as pazes com a sua decisão, o potiguar sente que não foi por acaso que passou na UFRGS, e pretende voltar para Porto Alegre depois de formado, para fazer residência no Hospital de Clínicas.
Acesso para indígenas
A existência de uma Casa do Estudante Indígena que recebesse a ela e a seu filho foi o que viabilizou o ingresso da caingangue Luciane Inácio, 29 anos, no curso de Educação Especial da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A jovem foi aprovada em 2023 em um processo seletivo específico para indígenas e quilombolas, depois de abandonar outra graduação que fez, em 2017, quando sua filha faleceu.
— Eu sou natural da terra indígena do Guarita, da cidade de Redentora. Vendo a necessidade que as crianças especiais da minha aldeia têm de um profissional formado nessa área, resolvi voltar a estudar. Não estou fazendo por exigência de alguém da minha família ou por querer ganhar bem, mas sim para voltar para a minha aldeia e exercer a profissão — conta Luciane, que está no quinto semestre.
Dos 45 alunos de sua turma, a jovem é a única indígena. Essa realidade lhe trouxe dificuldades – já sentiu olhares, ouviu piadinhas e percebe que, até hoje, algumas pessoas evitam se aproximar. Mesmo assim, conseguiu fazer algumas amizades e identifica que também há pessoas que buscam conversar com ela e se mostram curiosas pela história dos povos indígenas. A presença do filho em todas as aulas também é bem recebida.
— Meu filho tem oito ano e vai comigo a todas as aulas desde que eu entrei na universidade. É muito bom ver que, agora, as pessoas têm uma convivência boa com ele, vão perdendo a vergonha de chegar e conversar. O Lucas é muito querido por toda a turma — elogia.

Crianças filhas de alunos são aceitas em todas as Casas do Estudante da UFSM, algo no qual a instituição foi pioneira e não existe, por exemplo, na maioria das unidades da UFRGS. Além de morar com o pequeno no alojamento, Luciane recebe um auxílio parental que utiliza para pagar o transporte de Lucas até a escola. Ainda assim, considera que os valores das bolsas são insuficientes.
Ter que lidar com o preconceito das pessoas, não retribuir na mesma moeda o que as pessoas falam e ainda estar longe da família são coisas que mexem muito com o nosso psicológico.
LUCIANE INÁCIO
Estudante da UFSM
— Como mãe, acho que a gente deveria ter acesso a um auxílio até o aluno sair, pelo menos, do Ensino Fundamental. E, em questão de saúde mental, a gente passa por muitas coisas por aqui. Ter que lidar com o preconceito das pessoas, não retribuir na mesma moeda o que as pessoas falam e ainda estar longe da família são coisas que mexem muito com o nosso psicológico. Pensei várias vezes em desistir. Só não desisti porque tive acesso à CAEd (Coordenadoria de Ações Educacionais), que tem auxílio psicológico, e isso me ajuda a me acalmar — analisa.
A vontade de ajudar as crianças especiais de sua comunidade e a parceria do filho, contudo, venceram o desânimo até agora: grávida novamente, o sonho de Luciane é dar uma vida melhor para todos os pequenos da terra indígena do Guarita.
Conta que não fecha
O estudante de Letras Wellington Porto, 26 anos, está desde 2018 na UFRGS. As aulas em turno integral do curso que frequenta versus a necessidade de, ao menos, atuar em bolsas de iniciação científica, para dar conta das despesas, lhe obrigaram a atrasar a formatura. O valor da bolsa, que hoje é de R$ 700, inviabilizou o jovem morasse próximo das aulas, o que lhe rendia gasto alto de tempo e dinheiro com transporte.
— Mesmo com os auxílios, o valor é totalmente insuficiente. A bolsa é de R$ 700, o auxílio-passagem é de R$ 240, o auxílio-internet é de R$ 100. Somando isso dá pouco mais de R$ 1 mil. Isso não paga aluguel, luz, água e alimentação, já que, mesmo que tenhamos o restaurante universitário de graça durante a semana, no final de semana, temos que pagar. Uma ida ao mercado é R$ 100, R$ 200 — observa.
O currículo do curso precisa existir dentro de condições às quais os estudantes consigam cumprir. Precisamos ter tempo de fazer as disciplinas e trabalhar, fazer bolsa.
WELLINGTON PORTO
Estudante de Letras
Quando morou em São Leopoldo, por exemplo, o universitário precisava pegar dois ônibus e o trem para chegar ao Campus o Vale, onde é a maior parte de suas aulas. Quando uma disciplina ficava no Campus Centro, precisava fazer o deslocamento intercampi.

Wellington também é coordenador-geral do Diretório Central dos Estudantes (DCE), que vem cobrando a instituição de que realize uma reforma curricular que adeque a universidade ao novo perfil de alunos surgido após o surgimento de políticas afirmativas:
— Não dá mais para a UFRGS dizer que temos que nos adequar à universidade. A política de cotas apresentou uma outra perspectiva à qual a UFRGS tem que se adaptar. O currículo do curso precisa existir dentro de condições às quais os estudantes consigam cumprir. Precisamos ter tempo de fazer as disciplinas e trabalhar, fazer bolsa.
Existe um debate de mérito que fomenta a lógica de que você tem que produzir, produzir, produzir e, se não produz, não é convidado para bolsas de pesquisa, porque não é considerado qualificado o suficiente.
WELLINGTON PORTO
Estudante de Letras
No entendimento dele, a previsão de que um curso de quatro anos, na prática, seja cursado em pelo menos seis por aqueles que precisam trabalhar, faz parte de uma série de “microviolências” que a universidade comete contra aqueles que ingressam por meio de ações afirmativas. Wellington aponta que essas práticas abalam a saúde mental dos estudantes.
— Eu mesmo pensei várias vezes em desistir. Final de semestre, sobrecarga de trabalho, você acha que não vai conseguir ser aprovado. Aí tem a questão de entrar em uma sala de aula e ser a única pessoa negra, muitas vezes. Aí tem uma galera que está muito à frente de você, porque tem tempo de estudar, ler e tal. Aí chega no final do semestre, você passa com C e o colega com A. Tudo isso abala, porque existe um debate de mérito que fomenta a lógica de que você tem que produzir, produzir, produzir e, se não produz, não é convidado para bolsas de pesquisa, porque não é considerado qualificado o suficiente. Nos grupos de pesquisa, é sempre o mesmo perfil de aluno — sintetiza Wellington.
Ainda que tenha consciência de que não há recursos para tudo, a gestão atual do DCE defende que o orçamento da UFRGS seja participativo, sendo discutido também com os estudantes, a fim de definir quais são as prioridades. Com isso, seria possível definir em conjunto, por exemplo, se a reforma da Casa do Estudante, a climatização dos restaurantes universitários (RUs), o aumento no número de bolsas de iniciação científica ou outra assistência é o investimento mais importante.
Rotina intensa
A estudante de Publicidade e Propaganda da UFRGS Mayra Ávila, 20 anos, trabalhava desde os 15, entre estágio e atividades autônomas, e precisou ajustar a vida para comportar as aulas em turno integral. A rotina é corrida – tem dias em que sai às 6h de Viamão, onde mora, e chega em casa às 23h. Aos finais de semana, faz freelances para bancar suas despesas.
— Minha maior preocupação sempre foi como eu iria me manter aqui dentro (da universidade) sem ter dinheiro, porque mais da metade do valor da bolsa, que eu agora consegui, graças a Deus, eu gasto com passagem. Com mais os tíquetes do RU, sobram R$ 200 para mim — relata a jovem, que está no segundo semestre da graduação.
Minha maior preocupação sempre foi como eu iria me manter aqui dentro (da universidade) sem ter dinheiro.
MAYRA ÁVILA
Estudante de Publicidade e Propaganda
A preocupação é constante: mesmo ainda no início do semestre, Mayra já se angustia com como se manterá no semestre que vem. O pouco contato que tem com os pais, devido à correria, também tem pesado. Em sua turma, vê que há realidades muito distintas:
— Alguns colegas têm muito dinheiro, muito mesmo. Eu vejo que o pessoal às vezes sai durante a semana, e eu, enquanto isso, estou pensando “como eu vou vir pra cá amanhã? Como vou trabalhar no final de semana?”. É muita sobrecarga nunca ficar tranquila e nem ter um tempo para relaxar.
Uma melhor organização dos horários das disciplinas é algo que Mayra entende que lhe permitiria levar a vida com menos estresse e ajudaria os estudantes que trabalham a não atrasar cadeiras. Um auxílio-transporte mais alto também daria uma folga, especialmente em quem mora na Região Metropolitana, que paga passagens mais caras.
Ações das universidades
Ainda que mais baixa do que na rede privada, a evasão dos estudantes na rede pública é alta. Segundo o Mapa do Ensino Superior elaborado pelo Instituto Semesp, com base em dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o índice de alunos que não se matricularam no semestre seguinte em cursos presenciais das universidades públicas variou de 18,4%, em 2019, a 23,1%, em 2023. Nos cursos presenciais da rede privada, as taxas variaram de 30,7%, em 2019, a 28,2%, em 2023.
O estudo também apresentou o percentual de alunos que desistiram do seu curso durante o ciclo de 2019 a 2023. Na rede pública, esse índice ficou em 46,9%, enquanto na privada ficou em 61,3%. Entre as áreas dos cursos presenciais, na rede pública aquela com mais desistências foi a dos tecnólogos (57,8%). Na rede privada, foram as engenharias (65,2%).
Via de regra, as instituições federais de Ensino Superior concentram na Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis o trabalho relacionado a auxílios e benefícios para alunos, em especial aqueles em situação de vulnerabilidade socioeconômica. No ano passado, uma lei instituiu a Política Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes), que prevê recursos federais para garantir a assistência em diferentes áreas:
- moradia
- alimentação
- transporte
- atenção à saúde
- inclusão digital
- esporte
- atendimento pré-escolar a dependentes
- apoio pedagógico
- atendimento especializado a estudantes com necessidades especiais
É essa verba que mantém boa parte das iniciativas das universidades, ainda que, em algumas instituições, haja complementação com dinheiro próprio. O objetivo das políticas é combater a evasão e assegurar a permanência dos discentes.
Na UFRGS, entre os benefícios para alunos com renda familiar de até um salário-mínimo, estão o auxílio para pagar a internet, acesso gratuito ao RU, subsídio que permite um custo por refeição nesses restaurantes de R$ 1,30, auxílio-transporte, auxílio-material didático, auxílio-parental para responsáveis legais por crianças de até cinco anos e 11 meses, o atendimento a alunos com necessidades especiais e um programa de saúde que oferece atendimento odontológico, atividades esportivas e apoio à saúde mental.
A UFRGS possui quatro residências estudantis que abrigam cerca de 300 alunos. Outros 100 estudantes recebem auxílio financeiro para pagar o aluguel, em especial aqueles que têm perfis que não se encaixam nos requisitos das Casas do Estudante. Na área de saúde mental, além de serviço de acolhimento psicológico, a instituição oferece ajuda financeira de R$ 250 para 214 estudantes fazerem terapia.
O valor investido pela UFRGS em assistência estudantil é volumoso: em 2024, ficou em torno de R$ 38 milhões, valor que deve subir em 2025. Uma parte desse recurso vem direto da Pnaes, do governo federal, e outra vem de dinheiro próprio da instituição.
— É natural que a gente tenha crescimento da demanda, considerando que as universidades vêm de um período de mudança, e, felizmente, isso tem democratizado o ambiente universitário, tem permitido que mais grupos sociais que, historicamente, estavam excluídos das universidades, hoje consigam acessá-la. Isso, evidentemente, também aumenta essa demanda por assistência estudantil — aponta Natalia Pietra Méndez, pró-reitora de Assuntos Estudantis da UFRGS.
Para dar conta desse desafio, a pró-reitora afirma que é preciso haver uma ampliação no orçamento federal destinado à assistência estudantil. Ao mesmo tempo, a própria universidade precisa repensar suas políticas e currículos, a fim de permitir uma gestão mais ampla e democrática.
Na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), para estudantes de baixa renda também há acesso gratuito ao RU e benefícios como auxílio-transporte, auxílio-deslocamento aos alunos que residem em cidade próximas, auxílio para alunos com filhos em idade pré-escolar, auxílio inclusão digital e auxílio moradia, que consiste tanto em alojamento estudantil como em ajuda financeira para pagar o aluguel.
Uma iniciativa pioneira foi o Vou Mas Eu Volto, auxílio para alunos que vieram de outros Estados visitarem suas famílias.
— O esforço desse auxílio foi completamente relacionado à questão da permanência, para entender que os estudantes que passam, às vezes, três anos sem ver suas famílias, quatro anos, deixam mãe, pai, tem estudantes que deixam filhos, e que eles precisam retornar — relata Angélica Leitzke, coordenadora de Permanência da UFPel.
Dentro da Coordenação de Permanência, vinculada à Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) da UFPel, foi criada uma equipe multidisciplinar, para pensar em formas de reter os alunos. O maior incremento tem sido o de pedagogas concursadas, que chegam para olhar para eventuais déficits de aprendizagem que os estudantes podem chegar carregando com eles.
— Essa dificuldade de avançar no curso acontece por inúmeros fatores. Um deles é um déficit que vem da Educação Básica e, às vezes, transtornos de aprendizagem. A gente vai, aos poucos, alterando ou adaptando a equipe para atender esse novo público, que está em transformação — revela Morgana Riva, assessora da Prae da UFPel.
Na UFSM, Gisele Guimarães, pró-reitora de Assuntos Estudantis, destaca o compromisso da universidade com a permanência estudantil diante da crescente diversidade e vulnerabilidade socioeconômica de seu corpo discente. Impulsionada por políticas nacionais como as ações afirmativas e o Sistema Unificado de Seleção Universitária (Sisu), a UFSM testemunhou aumento significativo na matrícula de estudantes que talvez não tivessem tido acesso ao Ensino Superior anteriormente. A inclusão, no entanto, ampliou a pressão para garantir que estes alunos não só ingressem, mas concluam seus cursos.
— A universidade vem pensando em seus espaços para dar conta de um ambiente que, por vezes, pode se tornar hostil para o estudante. O medo, a própria discriminação, são desafios tão grandes quanto a questão orçamentária — avalia Gisele.
Entre as iniciativas presentes na UFSM está o RU subsidiado e a moradia estudantil – a maior da América Latina, com 2,2 mil vagas. A federal foi pioneira em moradia indígena e aceita crianças em todas as residências estudantis. Há auxílios financeiros para transporte, formação e para pais de crianças, além de e bolsas de apoio.
Na área de saúde mental, a instituição conta com serviços psicossociais e o Comitê de Saúde Mental (Cosame). O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) e a Casa Verônica oferecem acolhimentos para grupos específicos. Segundo a pró-reitora, a universidade busca fomentar a cultura de acolhimento e pertencimento.
— São desafios diários. (...) Mas, de uma forma geral, as universidades estão atentas, e a própria Política Nacional de Assistência Estudantil incorpora uma série de demandas que talvez não sejam novas, mas que não eram discutidas dentro das políticas de permanência, como a questão da parentalidade e o apoio à saúde mental — cita Gisele, destacando que "não adianta falar em expansão do Ensino Superior com índices tão altos de evasão".
Na área de saúde mental, há apoio pedagógico nos centros de ensino e a oferta de escuta discente. Há, contudo, uma preocupação de fomentar esse olhar para a permanência em toda a comunidade universitária: o ideal da pró-reitora é que cada professor, que é a pessoa que tem vínculo com o estudante, identifique quando um aluno não está comparecendo à sua disciplina, a fim de encaminhar a situação de forma rápida para as coordenações de curso ou para a Prae.