
No papel, o grupo de trabalho que vai debater a questão do 2,4-D está criado. Publicação do Diário Oficial de terça-feira (26) indica quais serão os componentes.
O próximo passo será enviar comunicado a essas entidades e órgãos para que nomeiem os integrantes. A primeira reunião ainda não tem data para ocorrer, mas o secretário da Agricultura, Covatti Filho, estima que possa ser ainda em março.
O titular da pasta, que terá a coordenação do grupo, diz que os técnicos fizeram série de estudos a ser colocada em debate. Inclusive pontos que poderiam embasar regulamentação da aplicação terrestre de produtos químicos.
— A intenção é compartilhar ideias para série de ações que possam resolver esse problema — avalia o secretário.
O setor produtivo tem pressa em encontrar solução para o problema causado pelo herbicida. Aplicado em lavouras de soja, causou prejuízos milionários em outras culturas, como a da uva e das oliveiras.
Houve deriva do produto, comprovada por meio de relatório da Secretaria da Agricultura que apontou 69 laudos positivos para a presença do produto de 79 coletas realizadas em 58 propriedades de 23 municípios do Estado.
O caso também tramita em dois núcleos do Ministério Público Estadual – o Nucam e a promotoria de Justiça de Porto Alegre do Meio Ambiente.





