Jornalista formada pela PUCRS, colunista de Política de ZH e apresentadora do programa Gaúcha Atualidade, na Rádio Gaúcha.

Troca na administração
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Depois de 28 anos, Juliano Colombo se despede do Sesi

Ex-superintendente deixa como legado escolas que deveriam servir de modelo a todo o Estado

Rosane de Oliveira

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Julio Soares / CIC Caxias / Divulgação
Juliano Colombo durante reunião-almoço na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul.

Entusiasta da educação de qualidade em tempo integral, Juliano Colombo se despediu do Sesi-RS nesta sexta-feira (31) depois de 28 anos de casa, os últimos 10 como superintendente regional. O Sesi-RS e o Senai-RS passaram a ter comando único na gestão do presidente da Fiergs, Cláudio Bier, que escolheu Susana Kakuta para administrar os dois braços sociais da indústria.  

Colombo conquistou admiração nos últimos anos, sobretudo na gestão de Gilberto Petry, por ter abraçado um ambicioso projeto de qualificação da educação nas escolas do Sesi. Nos últimos anos, dedicou boa parte do tempo às Escolas de Ensino Médio de tempo integral, que usam metodologia diferenciada e se destacam pelo alto rendimento dos alunos. Já são sete escolas em funcionamento e pelo menos mais duas serão construídas na gestão de Bier. 

Na área de educação, sempre respaldado pela Fiergs, o Sesi montou um instituto de formação de professores, que pode multiplicar a experiência exitosa das escolas próprias, por meio de convênios com o Estado e as prefeituras. 

Trabalho voluntário 

A quem interessar possa, a diretoria da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) não é remunerada. Nem o presidente Cláudio Bier nem os diretores e coordenadores de conselhos ganham para exercer esses cargos.  

O CEO, sim, é contratado como administrador. Não está na lista dos eleitos na chapa de Bier. Qualquer ilação sobre remunerações milionárias para presidente, vices e diretores é pura maldade.  

Bohn, não. Excelente 

Parceiro do governo do Estado no acolhimento às vítimas da enchente, o presidente da Fecomércio, Luiz Carlos Bohn, ganhou um elogio em forma de trocadilho do vice-governador Gabriel Souza. 

Brinquei com ele que o nome não deveria ser Bohn, mas Excelente — conta Gabriel, que ficou responsável pelos Centros de Acolhimento financiados pela federação, com recursos do Sistema S. 

Também foi o sistema S, por meio Sesi, quem bancou estruturas temporárias de saúde que até hoje atendem municípios afetados pela enchente.

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