
Três anos depois do incêndio que destruiu parcialmente a sede da Emater na Capital, a ocupação do prédio pelos servidores vai sendo retomada. Oficialmente, uma cerimônia está marcada para 2 de agosto. Mas o retorno ao espaço no bairro Menino Deus não é a única mudança em curso. Conforme publicação no Diário Oficial do Estado de segunda-feira (19), em 4 de agosto será realizada uma sessão extraordinária com os integrantes do Conselho Técnico Administrativo da Emater para deliberar sobre a indicação de Edmilson Pedro Pelizari, ex-prefeito de Pinhal, para o cargo de presidente.
Substituirá Geraldo Sandri, que assumiu em abril de 2019. Mestre em Administração, com foco em Liderança pela UFRGS, havia atuado durante 30 anos no Banco do Brasil. Sua indicação partiu do PP, que tinha — e tem — o comando da Secretaria da Agricultura. Em março deste ano, Covatti Filho retomou a cadeira na Câmara Federal. Foi sucedido pela mãe, a deputada estadual Silvana Covatti. O nome indicado para o comando da Emater também é da legenda.
Sobre a troca, Silvana explica que é um ajuste normal, conforme necessidades da pasta.
O atual presidente diz que o processo “vinha sendo conversado” e que deixará a instituição satisfeito com o trabalho desempenhado:
— É uma nova extensão rural, saneada, organizada e olhando para frente — resume.
A coluna apurou que ele estaria sendo sondado para ocupar outra função dentro da estrutura pública. Na Emater, um ponto considerado importante, daqui para frente, é a repactuação do passivo trabalhista da instituição.