Fotógrafos da agência AFP visitam campos de refugiados no Bangladesh, onde cerca de 1 milhão de pessoas da etnia rohingya buscam abrigo após anos de perseguição em seu país natal
Rohingya Hakim Zamal, 80 anos, é uma das refugiadas rohingyas refugiadas em campo de Ukhia, no Bangladesh. Sua aldeia, em Maundaw ,foi queimada. "Eu não quero voltar para Myanmar, vou morrer aqui", disse elaMunir UZ ZAMAN / AFP
Khairul Bashar, 65 anos, relata a fuga de uma vida marcada pela descriminação em Mianmar: "Eles dizem que nós somos muçulmanos de Bengala e que deveríamos retornar a nosso país"Munir UZ ZAMAN / AFP
Sohura Khatun, 20 anos, é uma das rohingyas refugiadas em campo de Ukhia, no Bangladesh. Ao lado de seu filho de um ano, Sohura cruzou a fronteira para escapar da perseguição em MianmarMunir UZ ZAMAN / AFP
Em Mianmar, Mujibir Rahman trabalhava carregando tijolos, mesmo tendo apenas 10 anos. Agora em um campo de refugiados no Bangladesh, o menino frequenta a escola pela primeira vez na vidaMunir UZ ZAMAN / AFP
Somira Akter, 25 anos, pagou o equivalente a US$ 1,50 por um lugar em um bote para cruzar a fronteira de Mianmar com o Bangladesh: "O barqueiro foi gentil. Mesmo pessoas que não podiam pagar tiveram o embarque permitido"Munir UZ ZAMAN / AFP
Família de refugiados da etnia rohingya abrigada no campo de Kutupalong, em Ukhia, no BangladeshTauseef MUSTAFA / AFP
Menina refugiada toma banho no campo Thaingkhali, em Ukhia, no BangladeshTauseef MUSTAFA / AFP
Campo de refugiados de Kutupalong abriga população rohingya que fugiu da perseguição étnica em MianmarTauseef MUSTAFA / AFP