
Foi no sufoco, só nos pênaltis (7 a 6), após derrota por 2 a 1, por um único motivo. É aquela venha história de alguns anos. Sem corda esticada, disciplina operária e espírito espartano, o Inter sofre.
É um time que não possui qualidade para administrar ou "descansar" trocando passes e alternando ritmo. Sem isso, até o intervalo, jogo monótono de quem não sabe criar o espaço por si mesmo. Bastou agredir um pouco no segundo tempo e veio o empate.
Mano manteve a escalação do Flamengo, com PH, Alemão e Wanderson. A questão emocional do Inter é algo a ser estudado. Estava com o empate na mão, mas Igor Gomes foi sair jogando no fim. Tomou o segundo gol. Arriscou-se quando não deveria. Perdeu a posse. Keiller aceitou de longe, chegando atrasado, após Johnny ser facilmente driblado no primeiro tempo.
Falido em nervos, desorientado, o Inter quase entregou no tempo normal para o CSA. Nos pênaltis, Keiller se redimiu com duas defesas. Pelo menos isso: fim do drama dos pênaltis. Mas como ganha do Flamengo e perde do CSA? O Inter é um caso sério. Que seja estudado em Harvard.





