
Enfim, nasceu mais um bebê real! Onze meses depois de terem se casado, Meghan Markle e o príncipe Harry anunciaram nesta segunda-feira (6) o nascimento de seu primeiro filho. O menino, cujo nome ainda não foi escolhido, é o sétimo na linha de sucessão ao trono.
Donna reuniu cinco curiosidades sobre o herdeiro do casal Sussex. Confira:
Onde o bebê real nasceu?
Todo fã da família real sabe como o momento de apresentação do bebê, em frente ao hospital, é clássico. Quem lembra de Kate Middleton? Nas três vezes após dar à luz, a duquesa de Cambridge posou para fotos e acenou para fãs com o recém-nascido no colo.
Pois Meghan não fez o mesmo. Logo após o anúncio do nascimento do bebê, a família real divulgou que os dois estavam bem e em casa, em Frogmore Cottage, nos arredores de Londres. Embora não seja oficial, esse é um indicativo de que Meghan quebrou mais um protocolo e teve o parto em casa.
Tradicionalmente, os bebês da família real nascem em uma ala especial no Hospital St. Mary, em Londres. Foi onde Kate teve seus três filhos e onde a sogra de Meghan, a princesa Diana, também deu à luz William e Harry.
Antes do nascimento, já circulavam informações de que Meghan não pretendia dar à luz no mesmo hospital, porque queria mais privacidade.
O bebê real será príncipe?
Por enquanto, pelo menos, não. De acordo com uma decisão do Rei George V em 1917, apenas o filho mais velho do filho mais velho do príncipe de Gales (no caso, o filho de William, George) tinha o direito de ser chamado Sua Alteza Real e príncipe. Em dezembro de 2012, porém, a rainha Elizabeth II estabeleceu novas regras que diziam que todos os filhos de William e Kate teriam o título.
Até agora, essa decisão não se aplica aos filhos de Meghan e Harry. A expectativa até o momento é de que o menino seja chamado de Conde de Dumbarton (seguindo um dos títulos do pai), a não ser que a monarca interceda.
Qual será o nome?
É tradição que cada novo bebê real carregue o nome de alguns de seus antepassados. Se o padrão adotado pelo príncipe William for seguido, espere três nomes – a Princesa Charlotte, por exemplo, foi batizada Charlotte Elizabeth Diana, em homenagem ao Príncipe Charles, sua bisavó e sua avó.
A expectativa é que o nome seja divulgado nesta quarta-feira (8). Meghan e Harry já disseram que têm uma "longa lista" de nomes. As casas de apostas apontam um nome como forte candidato: Arthur, nome do meio do príncipe e tio William e terceiro nome do primo Louis.
As listas também indicam que Albert e James estão entre os mais cotados, assim como Philip – este último em homenagem ao bisavô do duque de Sussex. Há ainda quem aposte em Alexander, Alfred, Thomas, Spencer ou até Charles, fazendo referência direta ao avô.
Kate e William serão padrinhos?
É bem possível que não. Primeiramente, a tradição é que os bebês reais tenham vários padrinhos: o Príncipe George, por exemplo, tem sete! A família real britânica costuma eleger não um casal, mas um grupo de pessoas como padrinhos.
No entanto, essas pessoas geralmente não são parentes próximos à criança. Kate e William, por exemplo, não estão na lista de possíveis nomes. A ideia é que se agregue outras pessoas, além de familiares, ao círculo social da criança.
Tabloides britânicos já especulam os padrinhos do novo bebê: o casal Amal e George Clooney são os mais cotados.
O bebê será um cidadão americano?
Sim! Como Meghan ainda é uma cidadã americana, seu filho também o é.
O bebê real já tem cidadania britânica, já que nasceu em solo britânico. No entanto, o duque e a duquesa de Sussex podem reivindicar que seu filho tenha dupla cidadania. Isso porque qualquer americano que tiver morado cinco anos nos Estados Unidos automaticamente passa a cidadania para seus descendentes.



