
O Inter não terá custos com a contratação frustrada de Ceará. A garantia vem do vice jurídico do clube, Giovani Gazen, que explica que não há documento algum firmado com o atleta.
O contrato, que teria validade até dezembro de 2017, só seria assinado após a aprovação do lateral-direito nos exames médicos, o que não ocorreu devido a uma lesão muscular.
– O exame é uma condição prévia para a assinatura de contrato. O Ceará só assinaria se passasse nos exames. O Inter não terá custos nesta negociação – afirma o dirigente colorado.
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O discurso é o mesmo do vice de finanças, Pedro Affatato, que é o favorito para ocupar o cargo de vice de futebol - ocupado até domingo por Carlos Pellegrini. O dirigente afirma que a chegada de Ceará seria um negócio interessante ao clube. No entanto, por sua lesão, o aproveitamento imediato não seria possível.
– Estávamos com a ideia de contratar o Ceará, foi um negócio de ocasião. Ainda tinha a avaliação médica. Como não poderemos contar com ele a curto prazo, não daria. Não estávamos buscando, surgiu o negócio. É um jogador que a gente conhece – afirma Affatato.
Como já encaminhou sua rescisão com o Coritiba, a tendência é de que o jogador não volte ao Couto Pereira. O Inter pagaria cerca de R$ 500 mil aos paranaenses pela sua liberação. Mas, com a lesão diagnosticada, o negócio foi cancelado.
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