
Na entrevista coletiva pós-jogo contra o Juventude, Miguel Ángel Ramírez não tinha elementos para falar sobre a saída de Patrick que claramente mostrou um problema muscular na coxa esquerda. Assim, ficou sem prever a participação do jogador na partida contra o Olímpia nesta quarta-feira (5).
Da mesma maneira, o treinador não negou que Taison já tem um bom conhecimento de grupo e que apresentou bom ritmo nos treinamentos. Esta é a senha para que os colorados exijam a estreia do novo camisa 10 do Beira-Rio.
Não se trata de torcer para que Patrick não tenha condições de atuar, até porque, mesmo com ele no time, há lugar para Taison. O desempenho do Inter na semifinal do Gauchão também não deixou ninguém que mereça uma permanência inarredável. Para colaborar com isto, há a suspensão de Palacios. Enfim, Taison precisa começar o jogo, podendo até se escolher a função e a posição. É inadiável.
Em meio a muitas justificativas de que o Inter ainda está em fase inicial de trabalho, colocar Taison em campo é apenas mais uma experiência. A diferença é que esta oportunidade surge para ser definitiva, escolhendo-se apenas como se dará a movimentação do atacante e quem acabará sacrificado entre os que vinham jogando.
Esta será a providência lógica para qualificação de um time que tem proposta, atuações definidas, mas irregulares, e que carece de diferencial técnico. É isto que se espera da maior contratação colorada da atual gestão.



