Já visualizando uma possibilidade forte de suspensão da cogestão e fechamento do comércio com a bandeira preta, o presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV), Sérgio Galbinski parte para uma nova etapa. Agora, quer garantir que o governo do Estado permita, ao menos a venda com delivery e com pegue e leve, também chamado de takeaway. As modalidades não estão previstas no regramento de bandeira preta do distanciamento controlado do governo do Estado.
O executivo do varejo gaúcho participou da reunião desta segunda-feira (22) com o governador Eduardo Leite e conversou com a coluna sobre o encontro. Disse que repetiu o discurso da entidade - e de outras - de que não adianta fechar o comércio de as festas clandestinas e reuniões familiares continuarem.
- Pedimos que a cogestão continue. Mas, caso não ocorra isso, queremos operar com delivery e takeaway. Precisamos dessa válvula de escape! - reforça Galbinski.
Lembra que as lojas foram estimuladas ao longo de 2020 para começarem a vender pelos canais digitais:
- Muitas lojas são pequenas e é fácil para o empresário separar a mercadoria e entregar na casa do cliente. Sem aglomeração e tudo com higiene. Até porque as lojas de fora do Estado vão continuar vendendo. Não dá.
Colunista Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Colaborou Daniel Giussani (daniel.giussani@zerohora.com.br)
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