
Quem tem filhos vai se identificar: pode ser uma verdadeira batalha fazê-los comer nas horas certas. Só que, além de dar dor de cabeça para os pais, a criança ou adolescente que fica longas horas sem comer pode estar evoluindo um quadro nutricional que pode se transformar em doenças.
Segundo um estudo divulgado em 2021 pela Kellogg’s® Brasil, a alimentação inadequada na infância e na adolescência, além de comprometer o estado nutricional, pode levar ao risco imediato, ou a longo prazo, de desenvolvimento de doenças crônicas não-transmissíveis (DCNT). Entre elas, estão a hipertensão, a doença arterial coronariana, as dislipidemias, a obesidade, o diabetes e até a osteoporose.
Para ajudar as mães com os desafios do dia a dia com os filhos, como por exemplo, auxiliar para tornar a alimentação mais saudável, a multinacional produtora de cereais Kellogg’s® criou o Liga Das Mães Com Fibra, uma rede de apoio feita de mães para mães.
Confira 3 conclusões científicas e veja como agir a partir delas.
1.Invista (e insista) nas fibras
Alguns estudos demonstram que o padrão alimentar na adolescência pode ser caracterizado pela ingestão excessiva de açúcares, sódio e gorduras saturadas muitas vezes representa de 35% até 55% da oferta energética diária para essa faixa etária. Por outro lado, há carência de consumo de frutas, legumes, grãos e cereais integrais e produtos lácteos – justamente grupos alimentares fundamentais para essa fase.
2.A refeição mais importante do dia
Segundo um levantamento feitos em 8 países da América do Sul, os brasileiros aparecem como um dos países que menos consomem o café da manhã regularmente. Os adolescentes puxaram o ranking! Por isso, vale ter em mente que esse hábito precisa ser cultivado.
3.De olho no desempenho escolar
A privação constante à alimentação (longas horas sem comer ou “pular” refeições) resulta numa diminuição sanguínea dos níveis de glicose e outros nutrientes - o que contribui para uma maior dificuldade de concentração. Em contraponto, um aluno bem alimentado pode participar mais ativamente das atividades escolares, o que contribui inclusive para a construção da sua identidade (desenvolvimento cognitivo).


