
Em meios aos preparativos para o casamento, há dois anos, Gabriela Bagiston Costa, 27 anos, sentiu a dificuldade na busca por produtos personalizados. Desde então, ficou pensando na possibilidade de criar um negócio que ajudasse não apenas noivos e noivas, mas quem realiza qualquer tipo de evento. Em janeiro, finalmente colocou a empresa na rua, ou melhor, no Instagram. A Pretty Things comercializa apenas por meio da rede social. Mas só por enquanto.
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— Ainda não consegui fazer uma página no Facebook. Enviei materiais para influenciadores e tive um retorno muito rápido. Quero ter também um e-commerce — planeja.

Gabriela é uma das 1.313 microempreendedoras individuais de Flores da Cunha. Nesses primeiros meses de atividade, o negócio virtual, que vende para o Brasil inteiro, tem tido faturamento mensal de cerca de R$ 5 mil.
— O MEI é um facilitador para quem quer começar — garante.

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