
A investigação da Operação Casa Branca, desencadeada pela Receita Federal e pelo Ministério Público Estadual nesta quinta-feira, começou a partir de suspeitas de sinais exteriores de riqueza e de patrimônio não declarado por parte de um servidor público municipal.
Engenheiro, ele é servidor do quadro do Departamento de Esgotos Pluviais (DEP) de Porto Alegre.
A partir das suspeitas de enriquecimento ilícito, foram identificados indícios de corrupção, sonegação e lavagem de dinheiro, conforme a Receita Federal. Um empresário da área da construção civil também é investigado.
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As buscas ocorreram na manhã desta quinta-feira nas casas do servidor público e do empresário e em três empresas que prestaram serviços para a prefeitura de Porto Alegre ou teriam sido usadas para lavagem de dinheiro.
O nome da operação foi inspirado em uma casa construída pelo engenheiro em um condomínio na zona sul de Porto Alegre.
Zero Hora fez contato com o DEP, mas ainda não obteve retorno.



