Além do técnico, o Grêmio encontra dificuldade para preencher o cargo de vice de futebol. o presidente Romildo Bolzan Júnior assegura que uma coisa não tem relação direta com outra. Outras correntes do clube, contudo, entendem que o vice de futebol precisa ter participação direta na escolha do treinador.
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Um dos nomes com maior aceitação para vice junto à direção, o conselheiro Dênis Abrahão garante não ter sido convidado para o cargo. Caso isso ocorra, dificilmente aceitará, por não poder conciliar a função com as atividades profissionais.
- Tenho imenso carinho e amizade pelo presidente. Mas teria imensa dificudade de aceitar um cargo desta importância - adianta.
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Desde que seu nome passou a ser especulado, Dênis tem recebido frequentes manifestações de apoio de torcedores. Algo que ele atribui às passagens anteriores pelo cargo. Entre 1993 e 1996, embora fosse vice de administração do ex-presidente Fábio Koff, tinha forte participação no vestiário, junto com o vice de futebol Luiz Carlos Silveira Martins, o Cacalo. A partir de 2000, já na gestão de José Alberto Guerreiro, Dênis atuou como executivo remunerado de futebol. Nas duas ocasiões, o Grêmio acumulou conquistas dentro de campo.
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O cargo de vice de futebol foi extinto em 2004. A partir de 2005, o clube passou a contar com um executivo para gerenciar as questões do futebol. O primeiro foi Mário Sérgio, contratado pelo ex-presidente Paulo Odone. A reforma estatutária de 2014 determinou a recriação do cargo.
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