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Vai viajar? Confira como escolher o melhor lugar para deixar o pet durante as férias

Independente se for deixar com uma pet sitter, creche ou hotel, o ambiente precisa ser seguro, confortável e oferecer serviços confiáveis 

Daisy Vivian

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Masarik / stock.adobe.com
Há algumas considerações na hora de escolher um lugar para deixar o mascote durante uma viagem.

Chega o verão e a história se repete: onde deixar o pet durante a viagem das férias? O assunto é sempre carregado de culpa para os tutores que ainda não decidiram o lar provisório do bichinho e, claro, deixaram para decidir nos últimos momentos.

Se o animal não vai poder acompanhar a viagem, é importante garantir que o espaço que ele vai ficar seja seguro, confortável e, principalmente, tenha pessoas que queiram cuidar dele. Pensando nisso, confira algumas considerações para você não deixar passar quando o assunto é deixar seu mascote com terceiros.

Gente conhecida

Deixar seu animalzinho com uma pessoa que ele já conhece e se dá bem é bem mais interessante do que apresentá-lo a um desconhecido. Especialmente neste momento que ficará longe dos tutores. 

Lembre-se: é muito comum que os pets não se alimentem por alguns dias quando estão fora de suas casas. Por isso, ter um rosto conhecido – seja da sogra, cunhada ou de amigo – por perto é melhor do que ter de lidar com um completo estranho pela primeira vez. Ainda mais se for em um lugar em que há outros animais presentes, o que pode potencializar o estresse do mascote.

Lugar fechado ou aberto?

Se você for deixar seu pet na casa de alguém, certifique-se de que o lugar seja seguro e que não haja chance de fuga, conferindo portão, pátio e janelas. Apesar de um espaço aberto ser o ideal, para que o bichinho possa brincar e passear à vontade, deixá-lo dentro de casa garante mais segurança, especialmente para os mais tímidos, assustados ou entristecidos, que não costumam dar a menor importância para espaços amplos.

Higiene

Se a escolha for deixá-lo em uma creche ou hotel para pet, certifique-se de que o local peça o comprovante de vacinação do seu mascote, assim como faça aplicação de carrapaticida e um agente pulicida antes de hospedá-lo. É uma maneira de garantir que o animal estará em um ambiente confiável e preocupado com a higiene do mesmo.

Existem aqueles que também costumam banhar o pet na hora da saída, excluindo qualquer chance de um eventual parasita encontrar seu mascote. Então, desconfie se a hospedagem não oferecer nenhum desses serviços ou, se preferir, evite-os.

Presença de outros animais

Se para alguns animais encontrar outros pode ser algo divertido, para muitos também é um motivo de pânico. E eles não estão totalmente equivocados. Por exemplo, um gato ou um cachorro de pequeno porte, acostumado com seu lar, pode se sentir inseguro ao se relacionar com outros pets, ainda mais se forem mais reativos e robustos. 

Mesmo que a pessoa que ficará responsável pelo seu mascote diga que vai deixá-lo isolado dos demais, isso não neutraliza o medo que eles vão sentir próximo de outros. Quando o assunto é aglomeração de pets, saiba que pior do que receber seu bichinho com pulgas após uma hospedagem é recebê-lo machucado. 

Alimentação

Por mais que a pet sitter, creche ou hotel ofereçam ração, o ideal é sempre levar o pacote da marca com o qual o intestino do seu pet está familiarizado. É comum que eles voltem para casa fazendo fezes amolecidas, afetando a saúde dele por alguns dias, e isso tem a ver com a troca da ração.

Troca de ambientes

Existem casos em que cães e gatos não se sentem bem em nenhum lugar que não seja o próprio lar. Então, recomenda-se experiências de trocas de ambientes ao longo do ano para que possam entender que vez ou outra terão que passar por isso. No entanto, se não sobrar alternativa, a sugestão é contar com a visita diária de uma pessoa enquanto o tutor estiver fora de casa.

Medicação

Aos animais que precisam de medicamento, seja de uso oral ou tópico, uma alternativa é contar com o apoio de uma clínica veterinária, que possa ajudar a verificar eventuais problemas de forma precoce. Essa situação é mais comum entre pets de mais idade ou aqueles que fazem uso de medicação de uso contínuo.

Mime seu pet com comida

Uma maneira de reduzir consideravelmente os problemas que surgem durante esse período afastado do bichinho é aumentar a quantidade de comida. O ideal é que isso seja feito uma semana antes da separação dos tutores. 

O aumento de 20% no aporte energético pode ser útil para aqueles pets que sabidamente ficarão dois ou três dias sem se alimentar durante a ausência de conhecidos. O que será de grande valor no retorno ao lar, uma vez que o emagrecimento não fique tão evidente.

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Correspondente Gaúcha Postos Charrua

08:00 - 08:10