
Iniciada em 2022, a obra de duplicação da RS-734, em Rio Grande, deve ser concluída até o final de 2026, garantiu o secretário de Logística e Transportes do Estado, Juvir Costella, em entrevista a GZH Zona Sul.
A obra de 6,5 quilômetros entre o Cassino e a entrada da cidade estava prevista para ser entregue em janeiro de 2024, mas enfrentou diversas paralisações. O investimento total é estimado em R$ 87 milhões.
— A obra está dentro do cronograma. Esperamos que o inverno não nos castigue muito para que a gente possa manter a previsão de conclusão da obra até o final do ano — avalia Costella.
Estratégica para a economia de Rio Grande, a duplicação da rodovia deve encurtar o trajeto entre o centro da cidade e a praia de quase uma hora para cerca de 30 minutos.
— O desafio é manter o estado nesse ritmo e, se possível, acelerar as obras para que possamos entregar em breve — considera o secretário.

Outra obra importante nas rodovias estaduais da Zona Sul é a pavimentação da RS-265 entre Canguçu e Piratini. As obras do primeiro lote de dez quilômetros começaram em novembro do ano passado — já foram iniciados os serviços de terraplanagem, limpeza e escavação. O investimento total é previsto em R$ 42 milhões.
O segundo lote, de nove quilômetros entre a zona urbana de Piratini e o Bairro Cancelão, está em fase de elaboração do projeto que será levado à licitação no segundo semestre.
— Nós pretendemos até junho ou julho deste ano estar com o processo concluído para licitar a obra. O projeto vai apontar um valor estimado para a obra, mas pelo que a gente tem visto, falando em nove quilômetros, pode ficar entre R$ 25 milhões e R$ 30 milhões — afirma o secretário.
Já para o terceiro lote de 33 quilômetros, entre Canguçu e o Cancelão, o projeto deve ser concluído no segundo semestre para ser levado à licitação somente em 2027. Segundo Costella, a divisão da obra em lotes facilita o processo e garante que haja recursos.
— Se nós tivéssemos começado tudo, talvez tivesse faltado dinheiro, ou não teria ritmo para fazer a entrega, ou levaríamos 10, 20 anos para fazer a obra — pondera.
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