Na noite desta quinta-feira (5), o Grupo RBS reuniu clientes, representantes de entidades e autoridades para apresentar os primeiros seis meses de resultados do projeto GZH Zona Sul.
O encontro marcou um balanço dos primeiros meses de atuação da plataforma, que integra o ecossistema digital de GZH e busca fortalecer a produção de conteúdo com foco em temas diretamente ligados ao cotidiano da população local.
Durante o evento, a diretora-executiva de Jornalismo do Grupo RBS, Marta Gleich, destacou que o projeto tem como principal diferencial a proximidade com a comunidade, priorizando pautas que refletem as demandas e desafios da região. A proposta de hiperlocalismo inclui cobertura de bairros, economia local, iniciativas comunitárias, serviços e histórias de moradores.
— Quando a gente cria um novo veículo, com equipes próprias de Jornalismo, isso cria caminhos e começa a gerar um desenvolvimento muito próprio. O propósito é desenvolver onde nós estamos inseridos, desenvolver a nossa comunidade, abrir oportunidades, mostrar o que dá certo — afirmou Marta Gleich.
Entre os resultados apresentados, o destaque foi o volume de conteúdo produzido desde o início da operação. Até fevereiro, foram publicadas mais de 1,9 mil reportagens em GZH Zona Sul.
Os números indicam crescimento no alcance das publicações e no engajamento do público da região sul do Estado. O conteúdo produzido tem ampliado a visibilidade de projetos, empreendedores e instituições locais.
— GZH Zona Sul é um ecossistema aberto, é um ambiente aberto a recolher sugestões e recomendações. A gente tem muitos parceiros comerciais que têm associado a sua marca a essa credibilidade, a essa relevância e é esse engajamento do público que retroalimenta GZH Zona Sul, e que possibilita mais negócios e mais oportunidades — comentou Leonardo Persigo, diretor-executivo de Mercado do Grupo RBS.
A expectativa é que a cobertura hiperlocal continue se expandindo, fortalecendo a conexão com leitores e com a realidade das comunidades atendidas.
— Estamos conseguindo atender os anseios de poder atingir segmentos que são estratégicos e, com isso, gerar a projeção para a nossa região. Pautas importantes na questão do polo, pedágios, da termoelétrica, enfim, projetos de virada de chave para o nosso subsistema. Nesse contexto, GZH entra como mais um veículo no grupo para trazer esse olhar hiperlocal e ajudar o desenvolvimento da região — ressaltou Haroldo Amaral, gerente-executivo do Grupo RBS na Região Sul.




