
A chuva intensa registrada nas últimas horas provocou alagamentos e danos pontuais em municípios do sul do Estado. Em Pelotas, o volume acumulado em 24 horas chegou a cerca de 116 milímetros, conforme levantamento da Defesa Civil.
Os pontos mais críticos no município foram a ponta da Fernando Osório e os bairros Tablada e Areal. Houve registro de residências atingidas por alagamentos, além de quedas de árvores e de postes provocadas pelo vento. O levantamento completo dos danos ainda está em andamento.
— As equipes seguem nas ruas realizando o levantamento e a contabilização dos danos provocados pelo evento meteorológico — informou o coordenador regional da Defesa Civil, coronel Márcio André Faccin.
Também em Pelotas, uma parede do antigo Colégio Medianeira desabou e atingiu uma residência vizinha. Segundo a Defesa Civil, o incidente causou apenas danos materiais, sem registro de feridos.
Em Capão do Leão, 12 residências foram atingidas por alagamentos no bairro Jardim América, no loteamento Zona Sul. Uma família precisou ser realocada temporariamente para a casa de parentes, enquanto os demais moradores optaram por permanecer nos imóveis.
Outros municípios da região também registraram impactos. Em Canguçu, as rajadas de vento chegaram a 70 quilômetros por hora, conforme dados do monitoramento meteorológico. Em São Lourenço do Sul e Amaral Ferrador, houve registros pontuais de transtornos, mas sem desabrigados ou desalojados.
Até o momento, não há registro de feridos, desabrigados ou desalojados nessas cidades. A Defesa Civil informa que, dentro do panorama previsto, o pior do evento climático já passou na região sul do Estado, embora o monitoramento continue ativo.




