
A Estação Ecológica do Taim, localizada entre Rio Grande e Santa Vitória do Palmar, pode ser reaberta ao público no dia 16 de abril, caso o cenário da gripe aviária permaneça estável.
A unidade está fechada desde o dia 3 de março, em decorrência de um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1) em aves da espécie cisne-coscoroba, também conhecida como cisne do pescoço branco.
Para a reabertura, é necessário o cumprimento do protocolo sanitário que exige 28 dias consecutivos sem novos registros da doença.
Segundo o chefe da Estação, Fernando Weber, o último caso foi registrado no dia 18 de março. Ao todo, 31 aves foram infectadas. Desde então, não houve novas ocorrências, o que mantém a contagem estável e possibilita o avanço no prazo necessário para a liberação da área.
— A reabertura será total se o cenário não mudar até o dia 16 — confirma Weber.
Monitoramento segue na reserva
Os primeiros casos foram confirmados em 3 de março, após exames em aves encontradas mortas na Lagoa da Mangueira.
As análises foram realizadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas (LFDA-SP), referência da Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA).
Desde então, a estação permanece fechada ao público, com atuação de equipes do Ministério da Agricultura, da Seapi e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Para ampliar a vigilância, são utilizadas embarcações e drones, principalmente em áreas de difícil acesso.
A influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que afeta principalmente aves. Em casos raros, pode atingir humanos por meio do contato direto com animais infectados.
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