
A prefeitura de Pelotas apresentou um plano emergencial para assegurar o atendimento escolar das 430 crianças matriculadas na Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Bernardo de Souza, após os danos estruturais que impediram o início do ano letivo na unidade. As medidas priorizam a continuidade das aulas, com redistribuição de alunos e uso de espaços provisórios.
De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (SME), iniciou um mapeamento das vagas disponíveis em outras escolas da rede para receber parte dos estudantes temporariamente. A estratégia inclui ainda a compra de vagas em instituições parceiras e credenciadas, principalmente para atender crianças de 0 a 3 anos, faixa etária com maior demanda por atendimento integral.
Outra alternativa em análise é a locação de imóveis próximos à escola, destinados especialmente às turmas de 4 e 5 anos, permitindo a manutenção das atividades pedagógicas em locais adequados até que o prédio original esteja apto a receber novamente os alunos.
Enquanto ocorre a reorganização das turmas, servidores da escola foram redistribuídos de forma temporária para outras unidades da rede municipal com maior necessidade de atendimento. Segundo a prefeitura, a medida busca evitar prejuízos ao funcionamento geral das escolas e garantir continuidade do serviço educacional.
A administração municipal afirma que as decisões foram apresentadas ao Conselho Escolar e comunicadas às famílias como parte de um esforço para reduzir os impactos causados pela interrupção das atividades presenciais.
O prédio da escola segue passando por avaliações técnicas e pela elaboração do projeto de reforma do telhado. Até lá, o município sustenta que o foco principal é assegurar que nenhuma criança fique sem acesso às atividades escolares.
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