
A construção de 16 chalés habitacionais destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social terá início na próxima quarta-feira (15), em Arroio Grande. O projeto prioriza mães solo que cuidam de crianças com deficiência e tem como objetivo garantir moradia definitiva a quem atualmente depende de aluguel social.
Do total de unidades, 14 serão financiadas por emendas parlamentares, com investimento de R$ 342,9 mil. As outras duas casas serão custeadas com recursos próprios da prefeitura. O modelo de chalé modular foi adotado para reduzir o tempo de espera das famílias, com previsão de entrega das seis primeiras unidades em até sete meses.
— O objetivo é oferecer dignidade e um lar definitivo para mães que enfrentam sozinhas o desafio de criar filhos com necessidades especiais — afirma o procurador jurídico do município, Roberto Virissimo de Britto Cunha.
As moradias terão cerca de 50 metros quadrados, com banheiro de alvenaria. A execução ficará a cargo da empresa Sul Casas, vencedora do contrato.
As seis primeiras unidades serão construídas no bairro Promorar, em terrenos já nivelados e com infraestrutura de água e energia elétrica.
Os outros 10 chalés serão erguidos em uma área que está sendo preparada pelo município, com foco em acessibilidade e espaços de lazer.
Déficit habitacional
As emendas que viabilizaram as 14 unidades iniciais foram destinadas pelo prefeito Neto Pereira, pelo vice-prefeito João Cezar — em períodos anteriores no Legislativo — e pelo vereador Antônio Carlos Guillamelau Campelo.
Atualmente, Arroio Grande tem déficit habitacional estimado em cerca de 500 famílias. Além do projeto dos chalés, a prefeitura aguarda a liberação de recursos federais para a construção de outras 99 moradias de alvenaria.
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