
Como será 2026? Nos últimos dias do ano essa é a pergunta que mais está presente nos pensamentos de todos. No futebol, não é diferente. Por conta disso, GZH consultou a mãe Nara de Oxum, que, através das cartas do baralho cigano, projetou o próximo ano de São Paulo, Rio Grande e Riograndense.
As cartas apontam um ponto em comum entre os três clubes rio-grandinos: a influência de uma mulher, que pode injetar recursos financeiros nas equipes ao longo de 2026. Segundo a cartomante, há forte possibilidade de que essa figura seja a prefeita de Rio Grande, Darlene Pereira (PT). Em outros municípios, é comum que o Poder Executivo realize aportes em clubes locais, algo que não tem ocorrido na cidade portuária nos últimos anos.
São Paulo
O baralho cigano aponta o São Paulo como o clube rio-grandino com maior chance de êxito dentro de campo em 2026. As cartas apontam que a nova gestão, eleita neste mês, será auxiliada por uma mulher e saberá conduzir o clube de volta às conquistas.
— Essa gestão promete. Eles tem o olho clínico e vão saber onde é que tem que mexer. Vejo eles junto com uma mulher que vai trazer a colheita pra São Paulo. Mas esses dois meninos vão fazer a diferença, vão fazer a diferença e vão fazer o São Paulo andar — projeta mãe Nara de Oxum.
Dentro de campo, a equipe tende a fazer uma boa Terceirona, com grande probabilidade de chegar à decisão e conquistar a vaga na Divisão de Acesso de 2027. No entanto, o rubro-verde terá que solucionar um problema que o fez bater na trave nas últimas duas temporadas.
— A única coisa que o São Paulo vai ter que dar uma olhada é na parte do ataque. Ele faz tudo direito, chega lá no ataque e vaza. Então o São Paulo vai ter que contratar alguém bem capacitado para levar ele rumo a um título — afirma.
Rio Grande
O Rio Grande deve viver um 2026 de manutenção na Terceirona. Fora de campo, porém, o cenário é mais animador. Conforme a projeção do baralho cigano, o clube pode iniciar um processo de recuperação a partir de março ou abril, com a entrada de novos recursos.
A previsão indica que o clube será auxiliado por uma mulher e também poderá receber apoio vindo de Santos ou de São Paulo. Essa mudança de patamar pode estar ligada ao recebimento de uma indenização da Ponte Preta, condenada ao pagamento de R$ 2 milhões pelo uso indevido da marca “Mais Velho do Brasil”. O recurso, caso seja efetivamente recebido, tem potencial para alterar a realidade financeira do Vovô.
Riograndense
O Riograndense tende a ter um 2026 marcado por uma ampla reformulação. Segundo as cartas, as mudanças devem ser profundas, envolvendo desde a gestão até a forma de relacionamento com os atletas.
— O problema do Riograndense é que eles (dirigentes) tentam fazer tudo com muito amor, eles não visam muito a razão. Então esse ano que entra eles vão ter que usar mais a razão com os jogadores.
A postura dos atletas nas últimas temporadas é apontada como um dos fatores que podem levar à saída do presidente Paulo André Neves:
— Ele queria garra, como se o clube fosse a casa e a vida deles. Queria mais perseverança, mais entrega, mais luta, mas não conseguiu isso.
Ainda fora de campo, a cartomante aponta a influência de um ex-atleta, com experiência internacional, que pode “fazer a diferença” nos rumos do clube. Dentro de campo, há possibilidade de evolução, mas a tendência também é de permanência na Terceirona.


