
O Brasil de Pelotas entra em campo neste domingo (16), às 16h, no Bento Freitas, para decidir uma vaga na semifinal da Copa FGF. Após vencer o Juventude por 2 a 1 no jogo de ida, o Xavante joga por um empate para avançar. Mesmo assim, o técnico Gilson Maciel reforça que nada está decidido.
— Mata-mata não se decide nos primeiros 90 minutos, são 180 (minutos). Temos uma vantagem, era o que nós queríamos, mas não ganhamos nada ainda — afirma, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (14).
Bola aérea defensiva
A bola parada defensiva tem gerado preocupação para Gilson Maciel. Todos os quatro gols sofridos pelo Xavante sob seu comando saíram de faltas ou escanteios.
— Trabalhamos hoje (sexta) só esse fundamento. Nos últimos três jogos, nós tomamos três gols assim. Às vezes é erro de posicionamento, erro de comunicação. Para mim, bola parada é muita concentração, e aí a gente acaba sofrendo — explica.
Desgaste físico preocupa
O calendário pesado, com jogos quartas e domingos até dia 30, e as recentes longas viagens — para Bento Gonçalves e Caxias do Sul — também preocupa tanto pelo desgaste, quanto pelo tempo para corrigir os erros da equipe.
— Infelizmente nós nos colocamos nessa situação. Se tivéssemos ficado em primeiro ou segundo, teríamos 10 dias de margem. Agora é muito mais jogar, recuperar e jogar de novo — comenta.
Apesar da preocupação com a condição física dos atletas, o técnico afirma que não deve poupar nenhum jogador na reta final da competição:
— Se eu tivesse um grupo maior, seguraria alguém. Mas jogo de mata-mata é decisivo, temos que ir com o que tem de melhor.


