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Cristo Redentor destrói Estátua da Liberdade em vídeo de propaganda do Irã; assista

Animação foi compartilhada por embaixada iraniana na Tunísia após os Estados Unidos ameaçarem aplicar novas tarifas comerciais contra o Brasil

Zero Hora

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X/@IranembTun/Reprodução
Imagens geradas por IA mostram briga entre as duas estátuas.

Um dos monumentos mais importantes do Brasil protagonizou nova propaganda de guerra feita pelo Irã contra os Estados Unidos. O vídeo produzido por Inteligência Artificial (IA) foi publicado na segunda-feira (1º), após o governo do presidente Donald Trump ameaçar impor tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras.

O vídeo, compartilhado pela Embaixada Iraniana na Tunísia, país no norte da África, mostram uma luta entre o Cristo Redentor e a Estátua da Liberdade. Nas imagens, o monumento nova-iorquino se aproxima do Morro do Corcovado, no Rio de Janeiro, para dar um soco na estátua brasileira.

O Cristo se defende da agressão e atinge a estátua adversária, que é derrotada e cai do alto da montanha em pedaços. O conteúdo rapidamente ganhou repercussão na internet.

A utilização de vídeos criados por IA tem se tornado recorrente na propaganda iraniana. Desde o agravamento das tensões no Oriente Médio, canais ligados ao governo do país passaram a divulgar animaçõesque exaltam o poderio militar iraniano ou satirizam adversários, especialmente os Estados Unidos e o presidente Donald Trump.

Um deles mostra a figura de Jesus Cristo atacando Donald Trump. A publicação foi feita no X pela embaixada do Irã no Tajiquistão.

Tarifas de 25%

O governo dos Estados Unidos anunciou na segunda-feira que taxará importações brasileiras com uma nova tarifa punitiva de 25% a partir de 15 de julho. Eles alegam que algumas práticas do Brasil são desleais, como o comércio digital e o desmatamento ilegal.

Em uma investigação aberta em julho de 2025, pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) foi concluído que políticas e práticas brasileiras são "irrazoáveis" e "oneram ou restringem" o comércio norte-americano. 

A investigação prevê a imposição de "tarifas ou outras restrições à importação de produtos brasileiros. Tendo por base essa possibilidade, o representante de comércio dos EUA propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre todos os bens do Brasil".

A taxação extra, prevê algumas exceções para mercadorias visando proteger a economia do país, como "determinados produtos que não podem ser cultivados ou produzidos em quantidades suficientes nos Estados Unidos, nem obtidos de outras fontes".

Dentre as exceções estão frutas e nozes, petróleo bruto e derivados, compostos farmacêuticos, produtos químicos orgânicos e fertilizantes. Também estão isentas a carne bovina, o café, terras raras, certos metais e minérios, além de aeronaves e peças de aeronaves brasileiras.

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