
O Xiaomi 17 Pro Max, anunciado em setembro na China, figura no topo de um dos rankings mais relevantes de autonomia de bateria. Segundo testes realizados pelo portal especializado GSMArena, o modelo registrou a melhor duração de bateria entre os celulares Xiaomi em 2025, superando, inclusive, toda a linha 15.
Nos resultados, o smartphone alcançou 40 horas em chamadas, quase 20 horas de navegação, 29 horas de reprodução de vídeo e 11h30min em jogos, resultados que colocam o 17 Pro Max no grupo dos smartphones com maior autonomia do mercado global.
A seguir, Zero Hora explica o que levou o aparelho ao primeiro lugar, quais modelos completam o ranking e o que se sabe sobre a possível chegada do aparelho fora da China.
Por que o Xiaomi 17 Pro Max ficou na primeira posição
Essa autonomia se deve, sobretudo, à bateria de 7.500 mAh, uma das maiores já vistas em um smartphone. O componente trabalha em conjunto com o processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, fabricado em litografia de 3 nanômetros, que reduz aquecimento e aprimora o consumo energético.
A tela AMOLED também colabora para esse cenário: por permitir que pixels individuais se apaguem em áreas escuras, o gasto tende a ser menor.

Por fim, o sistema HyperOS 3 opera como uma terceira camada de otimização, gerenciando tarefas em segundo plano e controlando picos de consumo. Não menos importante, a recarga acompanha o desempenho: são 100 W com fio, 50 W sem fio e carga reversa de 22,5 W.
Como ficou o ranking?
O levantamento do GSMArena mostrou um predomínio de celulares premium no topo da lista, com o 17 Pro Max puxando a fila. Logo abaixo aparecem Xiaomi 15, 15T Pro, 15 Ultra e 15T.
Modelos como POCO F7 e Xiaomi 14 e o intermediário Redmi Note 14 4G, único da faixa média a aparecer entre os dez primeiros, completam o grupo.
Veja o ranking completo:
- Xiaomi 17 Pro Max 5G
- Xiaomi 15
- Xiaomi 15T Pro 5G
- Xiaomi 15 Ultra
- Xiaomi 15T 5G
- POCO F7 5G
- Xiaomi 14
- POCO F7 Ultra
- Redmi Note 14 4G
- POCO X7 Pro
O que mais o 17 Pro Max entrega além da bateria?
O desempenho energético não é o único destaque do aparelho. O Xiaomi 17 Pro Max chega com tela principal de 6,9 polegadas, brilho de 3.500 nits e taxa de atualização de 120 Hz. Na traseira, uma tela secundária de 2,9 polegadas funciona como visor auxiliar para selfies, prévias de notificações e comandos rápidos.

Além disso, o módulo de câmeras mantém a parceria com a Leica: são três sensores de 50 MP, incluindo teleobjetiva com zoom óptico de 5x e ultrawide de 102°. O chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 trabalha com até 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento, reforçando a proposta de um aparelho premium voltado a desempenho máximo.
O modelo opera com HyperOS 3 (Android 16), tem certificação IP68, vidro Dragon Crystal Glass 3 e estrutura em alumínio. Na China, foi anunciado por 6.000 Yuan, cerca de R$ 4,5 mil em conversão direta.
Chega ao Brasil?
A Xiaomi tem mantido no país apenas parte do portfólio global, concentrando esforços nas linhas Redmi, Redmi Note, POCO e Xiaomi T.
Já modelos de topo de linha, como Xiaomi 15, 15 Pro, 15 Ultra, 17, 17 Pro e 17 Pro Max, permanecem restritos a mercados da Ásia e da Europa. Por ora, não há previsão de lançamento global do 17 Pro Max.
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