O número de vítimas de envenenamento por arsênico no Litoral Norte levou a Polícia Civil a acreditar estar diante de uma assassina em série. Além do choque, o caso do bolo levanta outra discussão: o que passa na mente de um serial killer? Uma das diferenças de um assassino em série para os outros é sempre usar o mesmo método, o número de pessoas (duas ou mais vítimas) e a motivação.
reportagem: Leticia Mendes / edição: Denzel Valiente / imagens: Instituto Geral de Perícias / Divulgação; RBS TV / Reprodução; Adobestock