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"Sem dolo"

Justiça decide que morte de líder comunitária em Porto Alegre foi fatalidade, e oito brigadianos não serão submetidos a júri

Vinicius Coimbra
Jane Beatriz da Silva Nunes Moradora da Vila Cruzeiro, na Zona Sul de Porto Alegre e viúva, Jane era servidora pública concursada da Secretaria Municipal de Segurança. Além disso, atuava como Promotora Legal Popular (PLP), após participar de projeto da ONG Themis que visa transformar mulheres da periferia em defensoras dos direitos humanos nas comunidades onde vivem. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul aceitou a denúncia do Ministério Público (MP), que aponta oito policias do Batalhão de Choque (BPChoque) da polícia militar como autores da morte de Jane Beatriz da Silva Nunes, 60 anos. Segundo o MP, os policiais foram responsáveis pelo homicídio doloso de Jane, que caiu de uma escada e teve um aneurisma cerebral após ter a casa invadida pelo Batalhão no dia 8 de dezembro de 2020. A guarnição envolvida é da Patrulhas Especiais (Patres), um grupo tático do 1º BPChoque<!-- NICAID(15923203) -->
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