
As amostras de sangue encontradas na casa de Silvana Germann Aguiar, 48 anos, desaparecida desde o fim de janeiro em Cachoeirinha, eram dela e do pai, Isail Aguiar, 69.
O material genético foi coletado na residência durante a investigação. No dia 20 de fevereiro, a polícia divulgou que o sangue encontrado na pia do banheiro pertencia a uma pessoa do sexo feminino, enquanto o material localizado na área de serviço pertencia a uma pessoa do sexo masculino. A reportagem de Zero Hora apurou que testes relacionaram as amostras a Silvana e Isail, respectivamente.
Consultados, Anderson Spier, delegado que responde pela investigação, e o Instituto-Geral de Perícias (IGP) alegaram que o caso está sob sigilo.
Silvana não é vista desde 24 de janeiro. Isail e a esposa, Dalmira, 70, mãe de Silvana, desapareceram no dia seguinte, quando saíram para procurar a filha.
O principal suspeito pelos desaparecimentos é o policial militar Cristiano Domingues Francisco, 39 anos. Ex-companheiro de Silvana, ele está preso desde 10 de fevereiro no Batalhão de Operações Especiais (BOE), em Porto Alegre.




