
Estreia nesta terça-feira (10) o terceiro episódio de O Crime da Mala, série documental original de Zero Hora em vídeo e podcast. A produção reconta a história da morte de Brasília Costa, conhecida como Bia, crime que chocou o Rio Grande do Sul após a descoberta de membros da vítima espalhados por diferentes pontos de Porto Alegre. Neste novo capítulo, exclusivo para assinantes, o foco recai sobre o réu, Ricardo Jardim.
O episódio revisita o passado do homem que já havia cumprido pena pela morte da própria mãe, em 2015, e analisa a progressão de seu regime prisional até o novo crime.
Buscas pelo crânio no aterro de Minas do Leão
Um dos momentos centrais do episódio detalha a tentativa da polícia de localizar o crânio de Brasília, única parte do corpo que ainda não foi encontrada. Com base em depoimentos do suspeito durante interrogatórios, os investigadores realizaram buscas no aterro sanitário de Minas do Leão, a 90 quilômetros da Capital.
O conteúdo especial de "O Crime da Mala" está disponível em uma página exclusiva em GZH, que reúne:
- Bastidores da investigação e revelações inéditas;
- Entrevistas com especialistas em segurança e criminologia;
- Playlist com a cobertura histórica da Rádio Gaúcha;
- Galerias de fotos, vídeos e ilustrações.
Como acompanhar a série documental
A série possui quatro episódios com lançamentos semanais às terças-feiras.
Episódio 1 (Aberto):
A mala na rodoviária de Porto Alegre e o início da investigação.
Um suspeito preso e uma revelação chocante que surpreende os investigadores. No segundo episódio, um crime de 10 anos atrás vem à tona e revela o passado sombrio de um velho conhecido da polícia. Quem é o homem que mudou o destino de duas mulheres em diferentes contextos de relacionamento.
Do corpo esquartejado e dispensado em diferentes pontos da Capital, só o crânio ainda não foi localizado. No terceiro episódio, a polícia decide fazer buscas no aterro sanitário de Minas do Leão, a 90 quilômetros de Porto Alegre, depois que o suspeito diz, em interrogatório, como e onde teria depositado a cabeça da vítima.
A história da vítima do crime.
Exclusivo para assinantes em GZH a partir do dia 17 de fevereiro

