
O golpe do link falso (ou phishing) é uma técnica criada por criminosos para roubar dados de vítimas na internet. A prática ocorre quando a pessoa clica em links enviados por e-mail, mensagens no celular ou anúncios de produtos que imitam sites de bancos, lojas ou órgãos oficiais.
Após o acesso, pode ocorrer a instalação de um malware — software malicioso capaz de roubar informações — no dispositivo da vítima, permitindo que criminosos tenham acesso a dados pessoais, inclusive senhas.
A tecnologia permite que invasores monitorem o que a pessoa digita, acessem arquivos e usem o aparelho para outros golpes.
É comum que os golpistas utilizem vídeos ou áudios adulterados com inteligência artificial, imitando a voz de pessoas famosas. Isso leva as vítimas a confiar no conteúdo e clicar nos links maliciosos.
Como se proteger
Use apenas sites e canais oficiais
Instituições recomendam acessar sites digitando o endereço diretamente no navegador e certificar-se de que a URL é legítima (por exemplo, sites governamentais terminam em .gov.br). Evite clicar em links recebidos por e-mail, WhatsApp ou SMS, pois eles podem levar a páginas falsas criadas para roubar dados.
Não compartilhe senhas, códigos ou dados pessoais
Bancos e órgãos públicos não pedem senhas, tokens ou códigos de verificação por mensagens ou ligações, nem solicitam esses dados para liberar transações ou prêmios. Se isso acontecer, desconfie e ligue diretamente para o número oficial da instituição.
Verifique a origem de mensagens e e-mails
Fraudes costumam usar remetentes falsos, domínios parecidos com os oficiais ou endereços genéricos de e-mail (por exemplo, @gmail.com, @hotmail.com). Sempre confira quem enviou a mensagem e, em caso de dúvida, não interaja com links ou anexos.
Fontes: Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e CERT.br


