
Na última sexta-feira (6), a Polícia Civil de Santa Catarina pediu a apreensão do passaporte do adolescente suspeito de agredir o cachorro comunitário Orelha, morto no dia 5 de janeiro em Florianópolis. O objetivo do pedido, comunicado à Polícia Federal, é evitar que o investigado saia do Brasil. As informações são do g1 SC e do site Metrópoles.
Laudos da Polícia Científica apontam que Orelha foi atingido por uma pancada forte na cabeça, como um chute ou algum objeto rígido — um pedaço de madeira ou uma garrafa.
O animal foi encontrado com ferimentos graves na Praia Brava, no norte da ilha. Ele foi resgatado por moradores e levado a uma clínica veterinária, mas não resistiu.
Nesta sexta-feira (6), o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) informou que serão solicitados novos esclarecimentos sobre os inquéritos que investigam os atos análogos a maus-tratos no caso dos cães Orelha e Caramelo, e os crimes de coação e ameaça por adultos parentes dos adolescentes envolvidos.
O inquérito apontou um adolescente como o suposto agressor de Orelha e pediu a internação dele, medida equivalente à prisão no sistema adulto, por atos análogos a maus-tratos. O suspeito é um dos dois adolescentes que havia saído do país após o crime e que foi interceptado no aeroporto, tendo roupas e aparelhos eletrônicos apreendidos.



