
Um terço das tornozeleiras eletrônicas destinadas a monitoramento de agressores de mulheres no Rio Grande do Sul está em uso. O dado é da Secretaria Estadual da Segurança Pública. Há 650 equipamentos ativados para proteção de vítimas de violência doméstica em 126 municípios gaúchos.
O número de 650 representa 32,5% do total de 2 mil tornozeleiras contratadas em maio de 2023 pelo governo para a prevenção a feminicídios. Em relação a abril — mês em que o Estado teve 11 mulheres assassinadas em contexto de gênero —, houve alta de quase 117% no número de kits instalados.
Além da tornozeleira, instalada no agressor, o kit de monitoramento tem um celular, que fica com a vítima. Se o homem desrespeitar a medida protetiva, um alerta é emitido. O sinal também aciona as autoridades policiais, que devem se deslocar para verificar a situação.





