
O desaparecimento da gaúcha Priscila Schmitt, 40 anos, motivou uma investigação que une as polícias civis de São Paulo e do Rio Grande do Sul.
Segundo a família, que mora no Vale do Taquari, a geóloga fez o último contato no dia 8 de agosto, quando estava na capital paulista.
Naquele dia, pelo Facebook, ela relatou ter tido o celular roubado quando estava em frente a um hotel, em São Paulo.
— Ela disse que compraria um chip do Brasil e nos encaminharia o número novo. Desde então não conseguimos mais contato — contou Bárbara Schmitt, 44 anos, irmã de Priscila.
A viagem teve como origem a Nova Zelândia, onde Priscila morou por cinco anos. Segundo a irmã, a geóloga buscava oportunidades de emprego no Brasil e no Exterior e não tinha definido onde moraria.
Também havia uma combinação para que Priscila visitasse familiares em Estrela, no Vale do Taquari, onde a geóloga nasceu.
— Ela tinha uma comunicação não tão efetiva como a gente gostaria. Já ficou um ou dois dias sem responder, mas nunca esse tempo todo — acrescentou Bárbara.
Pela falta de contato, um boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Civil de Arroio do Meio, município onde mora uma das irmãs de Priscila.
A investigação está dividida entre as polícias do Rio Grande do Sul e de São Paulo, que compartilham informações para localizar a gaúcha.
— Conseguimos confirmar que ela esteve em São Paulo e que fez deslocamentos por um aplicativo de corridas. Ela não tinha histórico de situação parecida e não recebemos nenhuma informação sobre a localização dela até o momento. O caso é tratado como um desaparecimento — disse o delegado Marcelo Hartz, da DP de Arroio do Meio.





