
Após cerca de três semanas desaparecida, a geóloga Priscila Schmitt, 40 anos, foi encontrada nesta terça-feira (2) em um condomínio residencial, na capital de São Paulo.
Segundo a família, que mora no Vale do Taquari, Priscila foi localizada com vida e passa bem. A informação também foi confirmada pela Polícia Civil gaúcha, que investigava o paradeiro da estrelense junto a policiais civis de São Paulo.
As equipes de investigação conseguiram localizá-la após rastrearem o CPF da geóloga junto a reservas de hospedagem. Uma correspondência indicou que ela estaria alojada em um hotel no bairro Jardins — considerado de alto padrão.
Familiares devem ir, nos próximos dias, para São Paulo para encontrar com Priscila.
O desaparecimento
A geóloga havia feito o último contato com familiares no dia 8 de agosto, quando estava na capital paulista. Naquele dia, pelo Facebook, ela relatou ter tido o celular roubado quando estava em frente a um hotel, em São Paulo.
— Ela disse que compraria um chip do Brasil e nos encaminharia o número novo. Desde então não conseguimos mais contato — contou Bárbara Schmitt, 44 anos, irmã de Priscila.
A viagem teve como origem a Nova Zelândia, onde Priscila morou por cinco anos. Segundo a irmã, a geóloga buscava oportunidades de emprego no Brasil e no Exterior e não tinha definido onde moraria.
Também havia uma combinação para que Priscila visitasse familiares em Estrela, no Vale do Taquari, onde a geóloga nasceu.
Pela falta de contato, um boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Civil de Arroio do Meio, município onde mora uma das irmãs de Priscila.




