
A Polícia Civil considera que a morte de um homem em frente a uma escola na zona sul de Porto Alegre na terça-feira (6) tem relação com o tráfico de drogas.
Alexandro Freitas, 47 anos, foi morto a tiros quando levava o filho para a Escola Estadual de Ensino Médio Visconde do Rio Grande, no bairro Cavalhada, no começo da tarde.
Segundo o delegado Gabriel Borges, que lidera a investigação, Freitas ocupava um cargo importante em uma facção, coordenava pontos de venda de drogas na região e já vinha sendo monitorado pelos executores.
— Ele era de um nível importante, era mais do que um gerente, era um coordenador das vendas de drogas. Ele já estava receoso, com medo de ataque de rivais — afirma o delegado.
Os dois autores do crime ainda não foram localizados. No entanto, a Polícia Civil identificou outras pessoas que também teriam contribuído para o assassinato, mas não confirma se seriam os mandantes.
Ainda não está claro se a execução partiu de uma facção rival ou se foi fruto de um desacerto dentro da própria organização criminosa. Mais testemunhas ainda devem ser ouvidas. O inquérito não deve ser concluído antes da próxima semana.



