
De acordo com as estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA, 2022), em 2026 o Estado deve registrar cerca de 3.570 novos casos de câncer de traqueia, brônquios e pulmão, sendo 1.980 entre homens e 1.590 em mulheres. Os dados apontam a doença como a neoplasia mais incidente na população gaúcha.
Ainda segundo o INCA, o cenário preocupa especialistas devido à forte associação do câncer de pulmão com o tabagismo e ao fato de muitos diagnósticos ocorrerem em estágios avançados, reduzindo as chances de tratamento eficaz e de sobrevida dos pacientes.
— No Sul do país, onde temos uma prevalência maior de tabagismo, o risco de câncer de pulmão e seus subtipos, que podem ser ainda mais agressivos, têm um risco aumentado — ressalta a médica oncologista Ana Gelatti (CRM 29511RS).
Dados da doença
O câncer de pulmão está entre os mais frequentes (excluindo o de pele não melanoma), atrás apenas dos de mama, colorretal e próstata, conforme dados do INCA (2022).
— O câncer de pulmão é o terceiro tipo mais incidente entre os homens e o quarto entre as mulheres, considerando a população em geral — afirma a oncologista.
Os números preocupam: muitos casos são diagnosticados em estágios avançados, conforme o Inca. Além disso, um estudo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), com dados do Sistema Único de Saúde (SUS), aponta que 8 em cada 10 pacientes descobrem o câncer de pulmão nos estágios mais avançados. O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de tratamentos bem-sucedidos, também de acordo com o INCA.
Observe os sintomas
Segundo a médica Ana Gelatti, a tosse persistente e/ou com sangue, perda de peso sem motivo aparente e falta de ar constante são sinais que merecem atenção e avaliação médica. Embora essas manifestações possam estar relacionadas a diferentes condições, acompanhar sua duração e intensidade ajuda a orientar a investigação adequada e o encaminhamento médico no momento certo.
A especialista pontua que o cuidado com a saúde pulmonar deve começar antes de qualquer desconforto evidente, especialmente para pessoas com histórico de tabagismo, exposição ao fumo passivo ou outros fatores de risco, como poluição do ar e contato com substâncias químicas.
Conversar com um profissional de saúde, em especial um pneumologista ou oncologista, sobre esse histórico permite uma orientação individualizada e contribui para que alterações suspeitas sejam investigadas com mais agilidade.
“Se há tempo, há esperança”
Os números trazidos no início desta matéria reforçam a necessidade de transformar cuidado em atitude: é preciso olhar para a saúde pulmonar antes que alterações se tornem mais evidentes, reconhecer fatores de risco e buscar orientação profissional.
Como o câncer de pulmão pode evoluir de forma silenciosa, sinais mais perceptíveis nem sempre aparecem nas fases iniciais. Campanhas de conscientização como a da AMGEN, empresa de biotecnologia, auxiliam o público a compreender a necessidade de estar atento aos sinais do corpo.
Sob o mote “Se há tempo, há esperança”, a iniciativa chama a atenção para o diagnóstico precoce e a importância de incluir a saúde pulmonar na rotina de cuidado. O tema reforça a mensagem da prevenção: nunca é tarde para começar a se cuidar. Para isso, a empresa inseriu o assunto no cotidiano dos cidadãos aparecendo em painéis de mídia espalhados pela cidade, spots de rádio, reportagens, além do espaço para a campanha de conscientização nos canais da empresa.
— A campanha da AMGEN está diretamente relacionada com a rapidez que a gente gostaria de fazer o diagnóstico do câncer de pulmão. Quanto antes o diagnóstico for feito, maiores são as chances de tratamento, maiores são as chances de cura — salienta a médica oncologista Ana Gelatti.
A atenção aos fatores de risco e o acompanhamento médico são aliados fundamentais para a detecção precoce. Nesse cenário, a informação pode ampliar as chances de tratamento e proporcionar mais qualidade de vida aos pacientes (INCA, 2026).
Sempre há tempo de conversar com um profissional de saúde, compartilhar seu histórico e entender quais acompanhamentos médicos podem ser adequados para seu perfil. A atenção não deve começar apenas quando o corpo “dá um sinal”.
- Conheça a campanha da AMGEN “Se há tempo, há esperança”
SC-BRA-NP-01309 | Aprovado em agosto de 2026 | Material informativo da Amgen Brasil destinado ao público em geral, baseado em literatura científica e experiência clínica do especialista

