
Porto Alegre foi palco de duas manifestações com reivindicações diferentes neste 7 de Setembro.
Pela manhã, movimentos sociais, entidades e organizações populares participaram do tradicional Grito dos Excluídos e das Excluídas, enquanto, à tarde, um ato no Parcão reuniu apoiadores convocados por políticos de oposição contra o ministro Alexandre de Moraes.
Mais cedo, milhares de pessoas acompanharam o desfile militar na Avenida Edvaldo Pereira Paiva, em frente ao Parque Marinha do Brasil. Cerca de 6.250 pessoas, de 67 entidades, desfilaram a partir das 10h, conforme o Comando Militar do Sul.
Grito dos Excluídos

A mobilização do Grito dos Excluídos começou em frente ao Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), no Centro Histórico. Neste ano, a principal pauta da manifestação foi o tema da moradia.
No Rio Grande do Sul, o combate ao feminicídio também teve espaço entre as reivindicações apresentadas pelos participantes.
Segundo a organização do ato, mais de 50 feminicídios já foram registrados no estado em 2026. Durante a atividade, os manifestantes percorreram diferentes pontos da região central de Porto Alegre.
Ato contra Moraes

Mais tarde, um segundo ato reuniu manifestantes no Parque Moinhos de Vento, o Parcão. A mobilização foi organizada por políticos de oposição e contou, em sua maioria, com participantes vestindo roupas nas cores verde e amarela.
Os apoiadores levaram bandeiras do Brasil, cartazes e adesivos. Entre as mensagens exibidas, estavam críticas ao ministro Alexandre de Moraes, com faixas e materiais contendo a frase "Fora Moraes".
Ao longo da manifestação, foram executados o Hino Nacional e o Hino Rio-Grandense. Um pastor conduziu uma oração e políticos presentes subiram ao palco para se dirigir ao público e fazer pronunciamentos durante o evento.


