
Um ato nacional contra o presidente Lula e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) tomou as ruas de diversas capitais brasileiras neste domingo (1º). Intitulada "Acorda, Brasil", a manifestação foi convocada por líderes políticos da direita em diversos Estados.
Em Porto Alegre, os manifestantes se reuniram ainda no fim da manhã no Parque Moinhos de Vento. Com carro de som, faixas e bandeiras do Brasil, eles se concentraram em trecho da Avenida Goethe, entre as ruas Mostardeiro e 24 de outubro.
Vestido de verde e amarelo, o público entoava o hino brasileiro e carregava faixas com os dizeres "Acorda, Rio Grande" e "Abaixo a Ditadura". O deputado federal Marcel van Hattem e o pré-candidato a governo do Estado Luciano Zucco estiveram entre os políticos presentes.

Outras capitais
A mobilização foi marcada em diversas cidades do país. No Rio de Janeiro, os manifestantes se reuniram na Avenida Atlântica, na Praia de Copacabana. Uma faixa com a frase “Bolsonaro, anistia já” foi estendida no chão.
Em São Paulo, o grupo se concentrou na Avenida Paulista. O senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou durante o ato que o ex-presidente da República Jair Bolsonaro, atualmente preso por tentativa de golpe, retornará ao Palácio do Planalto em 2027. Flávio associou o atual governo a escândalos como "mensalão" e "petrolão" e mencionou investigações envolvendo descontos indevidos em benefícios do INSS.
O ato também contou com mobilizações em Belo Horizonte — onde discursaram o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), o deputado estadual Bruno Engler (PL) e o governador Romeu Zema (Novo) —, Salvador, Campo Grande, Maceió, Recife e no Distrito Federal.
As lideranças discursaram contra as decisões do STF e a atuação do governo federal, com críticas diretas ao presidente Lula e aos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, atualmente envolvidos em polêmicas referentes ao Banco Master.






