
O reajuste do piso nacional do magistério vai gerar um impacto projetado em R$ 470 milhões por ano nas contas do Rio Grande do Sul. A estimativa foi informada nesta quinta-feira (5) pela secretária estadual da Fazenda, Pricilla Santana.
— Em nenhum ano do governador Eduardo Leite a gente deixou de cumprir, e vamos cumprir novamente. Do compromisso com os professores o governador não abre mão — ressaltou Pricilla.
Na terça-feira (3), Leite confirmou que o Estado vai adotar o reajuste de 5,4% na tabela salarial dos professores da rede estadual, aplicando integralmente o percentual definido pelo governo federal.
Com a correção, o salário de entrada na carreira, que exige formação de nível superior, passa de R$ 5.111,05 para R$ 5.387,05, considerando uma jornada de 40 horas semanais.
Para viabilizar a medida, o governo deve encaminhar nos próximos dias um projeto de lei em regime de urgência à Assembleia Legislativa. A proposta precisa ser aprovada pelos deputados para que o reajuste seja efetivado.
Assim como ocorreu em anos anteriores, a correção salarial deverá ter efeito retroativo a 1º de janeiro.
O piso nacional do magistério é atualizado anualmente pelo Ministério da Educação e serve como referência para o vencimento inicial dos professores da educação básica nas redes públicas de ensino.
