
O Juventude não conseguiu vencer a equipe do Athletic, que estava na segunda página da tabela da Série B. Diante do seu torcedor, após uma grande partida contra o Criciúma, o time de Maurício Barbieri não foi efetivo e perdeu pelo placar de 2 a 0 pela 28ª Rodada da Série B, na noite deste domingo, no Estádio Alfredo Jaconi.
Sobre o tropeço em casa, o treinador analisou:
— Eles tiveram três chutes no gol e tiveram dois gols, um foi de pênalti, quando estávamos bem. Foi um pênalti acidental, entendo. O segundo gol foi uma bola mal recuada nossa. Com todo respeito ao Athletic, mas não fez mais nada. No primeiro tempo criamos menos e precisávamos acelerar mais. Tivemos uma boa chance com Mandaca, com o Raí Silva, mas não foram chances claras — analisou Barbieri, que completou sobre o segundo tempo:
— No segundo tempo tivemos a do Diogo, claríssima, do Safira, que estava de frente. Eles mal passavam o meio-campo. Infelizmente, teve a marcação do pênalti. Tentamos mudar, teve a bola do Lucas Alves, junto a trave e o goleiro. Não conseguimos ser efetivos. No fim, se expondo, tomamos o segundo gol.
O técnico do Juventude lamentou o fato da equipe ter perdido chances claras no segundo tempo, pelo menos duas, e novamente falou da falta de efetividade na hora decisiva.
— A gente produziu para fazer os gols, não conseguimos, não fomos eficientes. Defensivamente, em relação a outros jogos, até conseguimos minimizar do adversário criar tanto, mas foram erros determinantes. É um resultado ruim e agora temos que buscar esses pontos fora de casa — declarou.
Bronca sobre a arbitragem
O técnico do Juventude também criticou a arbitragem de Sávio Pereira Sampaio, que na mesma Série B, deixou de marcar um pênalti para o Juventude diante do Fortaleza. Neste domingo, ele foi chamado pelo VAR Pablo Ramon Goncalves Pinheiro para marcar um pênalti ao time mineiro. O treinador do Papo fez questão de destacar que o time teve erros, mas as marcações da arbitragem contribuíram para o resultado.
— Existem pontos que são de responsabilidade da equipe, gols, eficiência, pênalti. São responsabilidade nossa, mas o critério foi incompreensível o jogo todo. Bola que batia na nossa mão era falta e na deles não. Não consigo compreender que ele não tenha ao menos sido chamado lá no jogo contra o Fortaleza, de um braço aberto na área. Entendo que poderia marcar, como poderia não marcar. Tanto é que no campo ele não marcou — disse Barbieri, que reclamou da atuação do VAR:
— Agora, como o VAR chama esse lance e não chama no lance do Kardec. O jogador do Athletic abraça o Kardec dentro da área e o derruba. E o VAR está fazendo o que? Incompreensível uma atuação seletiva do VAR. Não tem opinião o VAR. O VAR chama e a opinião é do árbitro. Isso é determinante pro resultado — finalizou o técnico.




