
A primeira derrota do Caxias na Copa Sul-Sudeste não abalou o ambiente interno do elenco, que mantém o foco na sequência da temporada. A equipe grená concentra as atenções na terceira rodada da Série C do Campeonato Brasileiro e volta a campo no próximo sábado (18), às 18h15min, quando enfrenta o Volta Redonda, fora de casa, no estádio Raulino de Oliveira, em busca de recuperação e afirmação na competição nacional.
— A confiança é a mesma em todos os jogadores. Nós vamos descansar bem. A gente vai focar nessa recuperação e colocar o nosso melhor que tiver em campo contra o Volta Redonda para buscar os três pontos também fora de casa. Se a gente tivesse ganhado do Avaí, a gente ia igual buscar os três pontos fora de casa — comentou Marcelo Freitas, em entrevista à Rádio Caxias.
Na derrota para o Avaí, o técnico Marcelo Cabo preservou vários titulares: o zagueiro Maurício Ribeiro, os laterais Felipe Albuquerque e Roberto, os atacantes Calyson e Salatiel, e o volante Matheus Nunes (esses três entraram no segundo tempo).
— Foi um jogo que o professor tomou a decisão de dar ritmo para alguns jogadores que não vinham tendo tanta minutagem, e ao meu ponto de ver, o rapaziada respondeu bem. A gente conseguiu dar ritmo, quando colocamos a bola no chão. Acho que faltou um pouco do último passe, chegar e matar nas chances que a gente teve no primeiro tempo. O resultado do jogo não condiz com o todo — analisou.
Marcelo Freitas foi uma das 15 contratações que o Caxias fez para a sequência da temporada. O meio-campista é uma das peças que buscar ajudar o clube nessa reestruturação em meio às competições.
— Eu chego ali naquele momento que a gente tinha sido eliminado da Copa do Brasil e a gente tinha um grupo totalmente diferente, um grupo com bastante jogadores que já foram embora e um grupo muito cabisbaixo. Foi muito olho no olho foi muita parceria que a gente teve nesse dia a dia. A gente trabalhou muito na mini pré-temporada que a gente teve. Quando a gente estreia ali já foi uma equipe diferente — analisou e completou:
— Eu tento passar confiança pros atletas, eu tento ajudar quem tá do meu lado, os atletas entendem, eles me ajudam também. É uma parceria mesmo. A gente tá se ajudando e conforme a gente vai se ajudando dentro de campo as coisas vão acontecendo.



