
A classificação do Juventude à quarta fase da Copa do Brasil foi dramática. Diante da Tuna Luso, em Belém do Pará, a vaga veio apenas nos pênaltis, depois do time reagir e buscar o empate no tempo normal, em 1 a 1.
Diante de um gramado em condições ruins e da dificuldade em fazer a bola rolar, o time de Maurício Barbieri fez o mais importante e irá enfrentar o Águia, de Marabá, na próxima semana, no Alfredo Jaconi.
— É um contexto difícil, complicado, que eu acho que a gente também ajudou a complicar um pouco, tomamos um gol num erro nosso, mas eu avalio que a gente se recuperou bem no primeiro tempo, conseguiu criar muitas oportunidades de gol, bola na trave, eles tirando bola em cima da linha, gostei da postura de reação da equipe — avaliou o treinador, que completou:
— No segundo tempo, a ideia era continuar exercendo essa pressão, mas eu acho que a gente acabou, em função do campo, tentando um jogo mais direto, se desorganizando um pouco, e aí eu reconheço que realmente nós não conseguimos. Temos que ter o mesmo volume do primeiro tempo, tivemos ainda algumas bolas de perigo, chute de longe do Mandaca e tudo. Eu acho que a gente produziu para sair vencedor, mas não conseguimos vencer durante os 90 minutos.
O treinador alviverde ainda lembrou que a equipe se recuperou na disputa de pênaltis da eliminação que sofreu no Gauchão diante do Grêmio.
— Eu avalio como positiva a resposta da equipe em função do que aconteceu no jogo com o Grêmio, que a gente realmente teve um desempenho ruim nos pênaltis. Hoje (quinta-feira), a gente teve um bom desempenho, isso é importante para dar confiança para a sequência — destacou Barbieri.




