
O técnico do Caxias, Fernando Marchiori, concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira (30) para detalhar os preparativos da equipe visando ao confronto diante do Inter, que ocorre neste sábado (31), às 16h30min, no Estádio Centenário. O duelo é válido pela última rodada da primeira fase do Gauchão. O Caxias busca a liderança do Grupo B e precisa vencer para alcançar a vantagem.
No entanto, o comandante grená ainda lida com incertezas em relação a peças fundamentais, como o atacante Jhonatan Ribeiro e o meia Tomas Bastos. O primeiro sofreu um desconforto na coxa e o segundo teve um desgaste físico maior.
— Tivemos alguns problemas físicos devido ao Ca-Ju, então administramos. Agora esperamos estar com todo mundo à disposição. Não sei ainda a situação do Thiago Ennes, e temos ainda a situação do Thomas e do Jonathan, do último jogo, essas coisas todas está evoluindo-se bem. Porém, ainda também não temos essa certeza — afirmou o treinador.
Questionado sobre a estratégia para enfrentar um adversário que integra a Série A do Campeonato Brasileiro, Marchiori descartou mudanças drásticas no estilo de jogo que o Caxias vem apresentando dentro de casa. Para o treinador, o caminho é seguir os conceitos já implementados
— É seguir firme. Sabemos da dificuldade que é um tipo de jogo desse nível, pela qualidade técnica dos atletas, também do outro lado. Então, só aumenta o grau de dificuldade. É a hora de nos fortalecermos — destacou o treinador.
ADVERSÁRIO
Sobre o Inter, que vem de um tropeço em sua estreia no Brasileirão, Marchiori demonstrou respeito, independentemente de o Inter utilizar uma formação titular ou reserva.
— Quem quer que seja da equipe do Inter, ele vem muito forte. O Pezzolano é um treinador de um estilo muito agressivo, como a gente gosta também de ser. Eles têm a marcação alta, um dinamismo alto, uma rotatividade muito grande, variações táticas. Esperamos um jogo desse nível — analisou Fernando Marchiori.
INSEGURANÇA NO GOL?
Por fim, o treinador comentou sobre o goleiro Léo Lang, escolhido para ser titular neste temporada. O camisa 1 tem demonstrado insegurança em jogadas aéreas nos últimos compromissos. Marchiori minimizou as críticas e disse que essa oscilação pontual em saídas de gol deve ser atribuída à falta de ritmo de jogo:
— Se a gente parar para ver quais são as defesas que o Léo fez, o que ele teve de problema, nenhum. Eu acredito que tem algumas coisas que é tempo, é ritmo. A sequência de jogos pode ter tido uma ou outra situação assim de saída, teve sim, mas, no segundo tempo em Ijuí, ele foi muito firme. Então, eu acredito que é ritmo — finalizou o técnico Grená.

