
O Juventude iniciou o Campeonato Gaúcho de 2026 com pouco tempo de preparação para a disputa da competição. Depois do empate, em casa, com o Ypiranga na estreia, o time de Maurício Barbieri inicia uma maratona de jogos entre quarta e domingo, testando, além do entrosamento, a condição física do grupo de jogadores. E o segundo desafio será nesta quarta-feira (14), às 19h, diante do Novo Hamburgo, no Estádio do Vale.
Depois, o Verdão viaja até Santa Maria para encarar o Inter, no sábado (17); tem dois jogos dentro do Alfredo Jaconi: o clássico com o Caxias, na quarta rodada, na quinta-feira, dia 22 e, no domingo seguinte (25) recebe o Monsoon; e o Papo encerra a primeira fase visitando o Grêmio, no dia 1º de fevereiro, no maior intervalo de tempo de um jogo a outro, que será de seis dias.
Mas para o volante Léo Índio, titular no duelo com o Ypiranga, não há nada melhor para os atletas do que ter essa série de jogos pela frente.
— É bem desgastante, mas é bom, porque a gente está fazendo o que a gente gosta. Eu, particularmente, sou apaixonado por jogo. Então, acho que uma partida atrás da outra te condiciona mais rápido — garantiu o camisa 15.
E mesmo deixando uma boa impressão na estreia do Estadual, a vitória não foi conquistada sobre o time de Erechim. O Alviverde criou oportunidades para virar o placar, mas desperdiçou e teve que se contentar com o 1 a 1. Por isso, a tarefa do Juventude em Novo Hamburgo é a de continuar apresentando evolução e crescimento físico e tático, sem deixar de lado a importância de conquistar os primeiros três pontos no Gauchão.
— No primeiro jogo tivemos muitos pontos positivos. A tendência é melhorar, com certeza. O Campeonato Gaúcho é bem conhecido pelos contatos físicos que tem durante as partidas, mas costumo falar que só o contato físico não ganha jogo, tem que se alinhar a qualidade também. Então, acho que alinhado ao jogo forte, físico, temos que também alinhar bem a técnica, a qualidade para buscar os resultados — finalizou o volante Léo Índio.


