
Em janeiro, o sub-20 do Juventude inicia a temporada de 2026. A 56ª Copa São Paulo começa no dia 2 e 40 atletas alviverdes estão inicialmente relacionados para a competição. Um deles é Mateus Schaffer, zagueiro de 18 anos, que cresceu no clube.
Natural de Campo Bom, Schaffer começou no futebol em um projeto da prefeitura. Aos 10 anos, viajou sozinho para o Rio de Janeiro para um teste no Fluminense, no qual foi aprovado. Porém, ao mesmo tempo tempo, passou em uma peneira no Inter, onde escolheu ficar até seus 12 anos.
No ano seguinte, chegou ao Alfredo Jaconi, hoje sua segunda casa. Cinco anos depois, o defensor é destaque no Brasileirão Sub-20 no ano de estreia do clube na competição.
— Eu sempre busco evoluir na leitura do jogo e ocupação dos espaços dentro do campo, até porque, a gente sabe que no nível dos jogos do Brasileiro, a margem de erro tem que ser mínima — disse Mateus, em entrevista à Rádio Gaúcha Serra.
Agora, o zagueiro já se prepara para sua primeira Copa São Paulo. A competição, que reúne atletas da base de grandes clubes do futebol brasileiro, abre a temporada do Alviverde. Para Schaffer, o trabalho vem sendo crescente, construído a cada dia com a comissão.
— É um momento muito importante para mim e para o grupo também. Sabemos da importância da Copinha, que serve de vitrine para muitos atletas, e nossa preparação está sendo bem forte, com a expectativa alta de chegar e fazer uma bela competição — explicou.
O Papo está no grupo 21, junto de Atlético Guaratinguetá-SP, São José-SP e Nacional-AM. Será a 29ª participação do clube na história da competição, e seus confrontos acontecem na cidade-sede de Guaratinguetá.

Experiência no profissional
No início de 2025, Schaffer também passou três meses treinando com o elenco profissional do Verdão. Nos treinamentos, citou a liderança do volante Jadson e do meia Nenê.
— Sempre busquei aprender com eles, que foram abertos a me ajudar também. As cobranças são normais, porque automaticamente se eles estão me cobrando é sinal que eu tenho algo pra evoluir — contou.
Com 18 anos, o jovem vislumbra sua estreia na elite com o clube que se identifica, mas analisa os processos de aprendizagem e crescimento ainda na base.
— Eu costumo viver o hoje e o que vai acontecer no futuro é consequência do meu trabalho e do que eu vou fazer dentro e fora do campo. É um clube que eu me identifico e aprendi a amar, e estrear profissionalmente dentro desse clube seria um sonho — finalizou.




