
Imposição e efetividade
No tempo normal, a derrota do Juventude para o Náutico por 2 a 1, nos Aflitos, teve duas questões principais: imposição e efetividade.
Em um primeiro momento, o time pernambucano soube se impor dentro de casa, especialmente nas bolas aéreas. Abriu o placar com justiça.
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O Ju poderia ter empatado na cobrança de pênalti, mas Eltinho acertou a trave. O erro demorou para ser assimilado e o Timbu ampliou na primeira etapa. Era uma vantagem importante, mas não definitiva.
Depois do intervalo, o jogo mudou. Ao melhor estilo Dal Pozzo, os donos da casa recuaram e preferiram esperar os contra-ataques. Por outro lado, Fahel acertou ao colocar Breno. O atacante foi determinante para a alteração da postura alviverde, que insistiu até chegar ao gol com Genílson. Se fosse mais efetivo, teria até conseguido virar o placar.
Nos minutos finais, chances para os dois lados e um duelo aberto. Nos Aflitos completamente lotado, a decisão ficou para os pênaltis.
E aí prevaleceu a eficiência do Náutico, que errou só uma cobrança, contra duas do Ju.





