
Em Carlos Barbosa, as crianças chegam ao mundo envoltas não só em mantas macias, mas no orgulho silencioso de serem tricampeãs do mundo. Antes mesmo de aprenderem a caminhar, um kit torcedor da ACBF é entregue ainda no hospital, como quem entrega um legado que atravessa gerações e começa já na porta da maternidade.
A relação de Vinícius Migotto com a ACBF nasceu dessa forma, e também dentro da própria família. Neto de Ezelindo Migotto, ex-presidente do clube em 2001, o garoto de 10 anos cresceu ouvindo histórias das grandes conquistas da equipe e transformou essa herança em paixão.
— A ACBF representa bastante pra mim, porque o meu avô já foi presidente. Eles foram pra Rússia e ganharam o Mundial em 2001. É tradição de família. Eu gosto da ACBF por ter uma escola bem legal, os professores e os alunos também são legais — resume.
Frequentador assíduo dos jogos, Vinícius costuma acompanhar a equipe nas arquibancadas. A competitividade em quadra e a convivência entre os atletas chamam sua atenção e reforçam o vínculo com o clube. Ele descreve a torcida da família como algo natural, presente desde os primeiros passos da ACBF e mantido com entusiasmo em cada temporada.
Participante das escolinhas e de atividades institucionais, ele carrega o orgulho ao vestir a camisa laranja e se colocar como pequeno representante de um clube que, para ele, significa amizade, aprendizado e pertencimento.
— É uma paixão bem grande, que nós sempre gostamos da ACBF, desde os primeiros momentos da vida — finalizou.



