Bom Dia! Acordando com disposição... Que este dia seja especial... Estamos sempre em movimento, pois a pulsa intensamente dentro de cada um de nós... Que saibamos direcionar nossas melhores energias para fazermos o bem... Tomemos distância de tudo o que nos diminui... Feliz dia!
“É um contrassenso depender dos elogios dos outros para confiar em si.” (Fabrício Carpinejar).
Um elogio faz um bem enorme, todos sabemos disso. Guardo comigo elogios que determinaram o meu viver. Uma crítica, quando não é construtiva, pode desestruturar e desanimar. Mas não podemos depender de elogios para crescer. Ser autônomo é a estatura ideal para todos.
Mas quando a própria segurança depende da aprovação alheia, o coração passa a viver como folha ao vento, movido por opiniões que mudam conforme o humor e o interesse de cada um. O elogio pode ser um gesto bonito, uma palavra que encoraja e aquece, mas não pode se tornar alicerce da identidade.
Quem constrói a própria confiança apenas sobre o reconhecimento externo experimenta oscilações constantes, porque nem sempre haverá aplauso, compreensão ou validação. Há momentos em que o caminho escolhido será solitário, e ainda assim será o caminho certo.
A maturidade espiritual ensina que o valor pessoal não nasce do olhar do outro, mas da consciência de quem somos diante de Deus. Ele nos conhece por inteiro, inclusive nas partes que ninguém vê, e ainda assim nos sustenta com amor. Essa certeza é mais firme do que qualquer elogio passageiro.
Quando aprendemos a reconhecer nossas virtudes e limites com honestidade, a comparação perde força e a necessidade de aprovação diminui. O silêncio deixa de ser ameaça e se torna espaço de crescimento. Confiar em si não é arrogância, é aceitar que há dons e capacidades que foram confiados a nós por uma razão maior.
É possível acolher um elogio com gratidão sem se tornar dependente dele. A verdadeira confiança floresce quando sabemos que estamos sendo fiéis ao que acreditamos, mesmo que ninguém esteja observando. E nessa fidelidade discreta, a alma encontra estabilidade. Já não precisa provar nada, apenas ser inteira. E ao permanecer inteira, descobre que a segurança mais profunda não vem do aplauso, mas da coerência entre o que se é e o que se vive.
Bênção! Paz & Bem! Santa Alegria! Abraço!



