Bom Dia! A vida é repleta de recomeços... A cada amanhecer tudo se renova e a esperança adquire consistência... Que a paz faça a serenidade ocupar todos os espaços existenciais... No lugar do medo, que a fé possa se estabelecer e, assim, transformar os dias cinzentos em dias ensolarados... Feliz dia!
“Seu medo termina quando sua mente se dá conta que é ela que cria esse medo.” (A. Jodorowski).
Sentir medo é algo praticamente natural. Deixar o medo tomar conta é uma escolha que não produz bom resultado. Por sermos humanos temos que lidar com o medo, não permitir que ele se alastre. Muitas coisas acabam acontecendo pelo simples fato de deixar demasiado espaço para o medo. Faz tempo que descobri que a fé é capaz de inibir o medo e reavivar a coragem.
Quando o medo se apresenta a fé entra em ação. O resultado é sempre interessante. Claro, o medo é um dos sentimentos mais antigos e necessários do ser humano. Ele protege, alerta, faz recuar diante do perigo. Mas quando a mente o alimenta além do necessário, ele deixa de ser guia e se torna prisão.
Grande parte dos medos que carregamos não nascem da realidade, mas da imaginação. São histórias que contamos a nós mesmos, cenários que a mente cria para tentar se antecipar à dor. E é exatamente essa tentativa de controle que nos aprisiona. Quando acreditamos demais nos pensamentos, esquecemos de observar a vida como ela é. O medo se alimenta de suposições, de “e se”, de fantasmas que só existem dentro de nós.
A libertação começa quando paramos de fugir e começamos a olhar o medo de frente. Ao ser reconhecido, ele perde força. O coração tranquilo entende que o medo não é inimigo, é apenas um mensageiro que pede atenção e fé. Quando a mente se aquieta, a alma volta a respirar. A fé substitui a incerteza, e a confiança devolve o equilíbrio. A coragem não é ausência de medo, é a decisão de caminhar apesar dele. O segredo está em não dar ao medo o poder de dirigir a vida.
Quando o deixamos no banco do passageiro e assumimos o volante, descobrimos que o caminho é mais seguro do que parecia. Tudo muda quando compreendemos que a mente é apenas uma ferramenta, não o centro da existência. Ela deve servir ao coração, não governá-lo. No instante em que reconhecemos que o medo é criação nossa, ele se dissolve como névoa diante do sol. E o que resta é o espaço livre da alma, pronto para avançar com confiança e leveza.
Bênção! Paz & Bem! Santa Alegria! Abraço!



